logo paraiba total
logo paraiba total
[gtranslate]

Consumo de gás natural tem recuo de 4% na Paraíba

30 de janeiro de 2014

O consumo de gás natural canalizado na Paraíba caiu 4,07% no ano passado em relação a 2012. O volume médio por dia caiu de 363,74 mil metros cúbicos (m³), em 2012, para 348,92 mil metros cúbicos, no ano passado. A queda foi puxada por dois setores, o industrial e o automotivo. Já o residencial e comercial apresentaram alta no Estado. Os dados foram da Companhia Paraibana de Gás (PBGás).

No Estado, o consumo médio anual saiu de 132,765 milhões de metros cúbicos para 127,355 milhões de metros cúbicos entre 2012 e 2013. De acordo com Ricardo Oliveira, gerente de Orçamento e Regulação da PBGás, em 2012 o consumo por dia na indústria na Paraíba passou de 273,53 mil metros cúbicos para 258,43 mil metros cúbicos, uma queda de 68,20%.

No ano, os números passam de 99,838 milhões de metros cúbicos para 94,326 milhões de metros cúbicos.

O consumo médio diário no setor automotivo teve leve queda de 0,59%, passando de 87,49 mil metros cúbicos para 86,97 mil metros cúbicos, No ano, o consumo caiu dos 31,933 milhões de metros cúbicos para 31,744 milhões de metros cúbicos.

Já os segmentos residenciais e comércio apresentaram aumento no consumo do gás natural encanado. No caso dos moradores residenciais, a média do consumo diário foi de 0,89 mil metros cúbicos para 1,34 mil metros cúbicos, alta de 50,56%. Em 12 meses este consumo passou de 324,85 mil metros cúbicos para 489,100 mil metros cúbicos.

Comercial expande

O consumo diário no comércio saiu de 1,83 mil metros cúbicos em 2012 para 2,18 mil metros cúbicos no ano passado, representando expansão de 19,12%. Anualmente, foram consumidos 667,950 mil metros cúbicos em 2012 e no ano passado 795,700 mil metros cúbicos.

No país

No Brasil, o consumo de gás natural canalizado cresceu 17,8% em 2013, comparado aos 12 meses de 2012, com a média diária de consumo passando de 57 milhões para 67,2 milhões de metros cúbicos. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) com base em estudos que apontam que o crescimento foi puxado, principalmente, pelo segmento de geração elétrica, que chegou a subir 64,5% entre um ano e outro.