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Sócio diz que Telexfree é perseguida por operadoras e rivais

19 de agosto de 2013

A Telexfree pode estar sendo alvo da ira de grandes operadoras de telefonia e tradicionais empresas de marketing multinível. Esse é o palpite de Carlos Costa, diretor de marketing e sócio da firma, que concedeu entrevista nesta segunda-feira (19), à uma emissora de TV capixaba. 

No programa Nove Minutos, o executivo falou sobre o negócio da empresa e as dificuldades por que tem passado desde o bloqueio dos bens da firma decretado em junho pelo Ministério Público do Acre.

“No poder de uma liminar, eles aniquilaram uma pessoa jurídica constituída”, afirmou Costa na entrevista. Para ele, o caso deveria estar sendo julgado em Vitória (ES), onde fica a sede da Telexfree 

Costa defendeu que a Telexfree  “fez uma revolução dentro do marketing multinível”, o que pode ter despertado a inveja de outras empresas do ramo.

Além disso, o baixo valor dos pacotes de chamadas telefônicas via internet (VoiP) oferecidos pela firma combinados ao ganho financeiro que a venda deles proporcionava aos divulgadores seriam justificativas para a suposta perseguição que o negócio estaria sofrendo. “Hoje, VoiP no Brasil tem nome: Telexfree “, resumiu o sócio da empresa.

Pirâmide?

De acordo com Costa, os 1,5 milhão de divulgadores da empresa já pagaram cerca de 130 milhões de reais em imposto de renda. O pagamento do tributo é um os argumentos do sócio do negócio para provar que os apoiadores da empresa são empreendedores e não participam de uma pirâmide financeira.

Nesse tipo de esquema, a venda de um serviço ou produto dá lugar ao dinheiro dos envolvidos como principal fonte de renda de uma empresa. Veja o vídeo: