Procon-JP realiza Mesa de Diálogo com empresas telefônicas
14 de agosto de 2013
O Procon de João Pessoa (Procon-JP) registrou 1.125 reclamações contra as empresas de telefonia só nos sete primeiros meses de 2013. As denúncias mais comuns são má prestação de serviço, cobrança indevida, má qualidade do atendimento e falta de resolução das demandas. Preocupada com o alto número de reclamações, a coordenadora-executiva do órgão municipal, Nadja Palitot, se reúne, nesta quinta-feira (15), com representantes das operadoras em Mesa de Diálogo, com o objetivo de melhorar a relação consumidor e empresa.
No ranking de denúncias contra operadoras de telefonia, as mais reclamadas são OI (654), Claro (246), TIM (151), e Vivo (85).
Mesa com postos – Esta é a terceira Mesa de Diálogo realizada pelo Procon-JP. As duas primeiras, com postos de combustíveis e bancos, conseguiram, através de exposição de motivos baseada nos números de reclamações, firmar acordos para que as empresas melhorem o serviço, evitando, assim, a grande demanda de denuncias gerada pela insatisfação do consumidor.
No dia 12 de junho deste ano o Procon-JP se reuniu com os empresários dos postos de combustíveis e representantes do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo da Paraíba. Na reunião, os empresários do setor se comprometeram a não reajustarem mais os preços dos combustíveis de forma abusiva, seguindo as orientações do órgão municipal, o que vem ocorrendo, conforme constata as últimas pesquisas realizadas.
Uma Mesa de Diálogo com representantes de seis bancos foi realizada no dia 20 de junho. O objetivo foi discutir as constantes reclamações feitas por consumidores sobre os serviços oferecidos pelas agências. Como resultado da reunião, os bancos Bradesco, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú e Santander apresentaram uma carta proposta com sugestões para a melhoria do atendimento. “Pode ainda não ser o ideal para o que queremos, mas já é um início e vamos continuar tentando melhorar essa relação consumo/empresa através de conversas”, disse a coordenadora-executiva do órgão.