Paraíba apresenta saldo positivo na geração de empregos formais
23 de julho de 2012

No Brasil, foram geradas 1.047.914 vagas de trabalho no primeiro semestre do ano. A informação do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foi divulgada nesta segunda-feira pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). Com os dados apresentados, a quantidade de trabalhadores com carteira assinada subiu 2,76% sobre dezembro de 2011.
Ao analisar as regiões, os dados revelaram que 26 das 27 unidades federativas apresentaram crescimento na geração de postos de trabalho. A Paraíba apresentou saldo positivo, juntamente com outros estados. De acordo com os dados, os números absolutos são: Paraíba (+742 postos ou +0,21%),Santa Catarina, +57.504 postos (+3,11%); Mato Grosso, 36.851 postos (+6,46%); Distrito Federal, com +18.405 postos (+2,56%) e Pernambuco, (+8.750 postos ou +0,68%).
Considerando as regiões, todas apresentaram elevação no emprego formal. Em números absolutos, nota-se o seguinte comportamento: Sudeste (+619.950 postos ou +3,03%), Sul (203.253 postos ou+2,96%), Centro-Oeste (+152.403 postos ou +5,40%), Norte (+44.565 postos ou +2,63%) e Nordeste, (+27.743 postos ou +0,46%).
Setores que apresentaram crescimento
Nos últimos 12 meses, o País criou 1.713.410 postos de trabalho, o que representa uma alta de 4,64% no contigente de assalariados no Brasil.
A alta se manteve ainda na avaliação dos últimos doze meses. No período em questão, um crescimento de 4,08% no nível de emprego pode ser observado, o que representa um acréscimo de 1.527.299 postos de trabalho. Entre janeiro de 2011 e junho de 2012, o crescimento total foi de 8,54%, o que representou um aumento de 3.064.257 vagas.
Na análise mensal, os oito setores de atividades econômicas analisados apresentaram crescimento na geração de empregos formais. Em números absolutos, o destaque ficou com Serviços, com 469.699 postos (+3,05%). O dinamismo deste setor ficou por conta dos saldos recordes em dois segmentos: Ensino, responsável pela abertura de 86.517 novas vagas (+6,35%); e Serviços Médicos e Odontológicos, com 60.339 postos (+3,80%).
Outros destaques do período foram a Construção Civil, que apresentou um acréscimo de 205.907 postos de trabalho (+7,13%) e o setor Agrícola, com 135.440 (+8,69%) – esta, considerada a maior taxa de crescimento para o período. Em seguida, apareceram a Comércio, com 56.122 postos ( +0,66%) e a Indústria da Transformação, com alta de 1,64% no número de empregados (+134.094 vagas).