Por conta das dificuldades na economia, Subway reduziu seu ritmo de crescimento no Brasil
5 de janeiro de 2016
Em 2014, a rede de fast food abriu 400 lojas por aqui. No ano passado, as novas unidades caíram para 300 – número que deve ser mantido em 2016.
“A crise atual prejudicou nossa expansão”, disse Leandro Florio, gerente nacional de marketing da empresa. Mas, apesar da desaceleração, dos 111 países em que o Subway está presente, o Brasil foi o local onde mais restaurantes foram inaugurados no ano passado.
Florio não abre números absolutos, mas garante que as vendas locais da rede cresceram 20% em 2015. Ao todo, a cadeia de fast food tem 2040 lojas no país, operadas por meio de franquias.
A estrutura própria por aqui é enxuta: são cerca de 60 funcionários (50 em um escritório de Curitiba e 10 em São Paulo). Ela é voltada principalmente para marketing, cadeia de suprimentos e fiscalização das lojas.
A expansão é feita com a ajuda dos 13 agentes de desenvolvimento. São funcionários terceirizados que atuam como gerentes regionais e recebem do Subway uma porcentagem das vendas das lojas que ajudam a abrir. Para ser um franqueado, é preciso fazer um investimento inicial de R$ 300 a 500 mil (sem contar o valor pago pelo ponto comercial).
As taxas de royalties da marca e de publicidade pagas à rede são de 8% e 4,5% da receita líquida da loja, respectivamente. O Brasil é hoje o 4º país com maior presença do Subway em número de lojas, atrás apenas dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.