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Brasileiros optam por estudar inglês no exterior

18 de fevereiro de 2015

Cada vez mais brasileiros estão fazendo as malas para estudar no exterior.  Segundo uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais (Belta), o curso de idiomas é o mais procurado em 63% das agências de intercâmbio.

“A melhor maneira para começar a planejar a experiência no exterior é analisar o seu próprio perfil: quais são seus hobbies, suas preferências, que clima mais te agrada e o que você mais gosta de fazer durante o dia”, diz Luíza Vianna, gerente de produtos da Central de Intercâmbio e Viagens (CI). 

Para quem tem um nível intermediário, a recomendação de tempo mínimo para estudar inglês lá fora é de seis meses. “Para as pessoas que não possuem nem o nível básico, a dica é realizar cursos de imersão no Brasil antes da viagem, assim é possível aproveitar ao máximo a experiência lá fora”, diz Eloísa Lima, mestre Neurolingüística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista no ensino de idiomas.

O ambiente de aprendizagem deve ser compatível com o perfil e a faixa etária do aluno. “Se o estudante não se identificar com o local, ele pode se sentir censurado e deixar de treinar o inglês socialmente”, completa a especialista.

Quanto custa – Os preços dos programas de idioma, em geral, variam de 13.200 a 16.300 dólares (ou R$ 35.000 a R$ 43.250 ) para o período de seis meses e incluem acomodação, meia-pensão (café da manhã e jantar) e algumas atividades culturais, sociais ou esportivas promovidas pelas escolas. Segundo a Experimento, rede especializada exclusivamente em intercâmbio cultural, é recomendado considerar de 140 a 200 dólares por semana para gastos pessoais como transporte, alimentação e lazer.