Crise energética aquece negócios que tratam de gestão em Iluminação
3 de março de 2015
Com o aumento no preço da tarifa de energia, empresas correm atrás da eficientização energética para reduzir custos, o que tem aquecido os negócios na empresa Celena. A procura corporativa por projetos luminotécnicos de gestão em iluminação aumentou em 50% neste começo de ano e a expectativa da empresa é crescer 100% até dezembro.
Os segmentos que mais interessados são os que utilizam iluminação artificial por mais tempo e possuem custos elevados de manutenção, como: prefeituras, indústrias, escolas, hospitais, hotéis etc.
O diretor executivo da Celena, Ricardo Cricci, esclarece que um projeto de retrofit de iluminação pode reduzir o gasto com energia entre 50% e 75%, o que depende da tecnologia que o LED irá substituir.
Com um aumento médio do custo de energia de 45,7% para a indústria e o comércio, a simples troca da iluminação incandescente por LED pode inverter este impacto do reajuste na opinião de Cricci, “eliminando o efeito do aumento e ainda propiciando uma redução de custo de até 25%. No caso da troca de lâmpada fluorescente por LED, o impacto previsto é de manter o gasto, como se não tivesse tido reajuste”.
A iluminação pode ter um impacto de até 25% sobre a conta de energia elétrica, dependendo do segmento. Reduzir os efeitos deste reajuste torna-se imperioso para garantir o diferencial competitivo em muitos setores. Como fazer isso, sem onerar os recursos é parte do negócio da Celena. Os estudos de viabilidade apontam as áreas que necessitam de retrofit, o investimento necessário e tempo de retorno do mesmo, que pode ser pago com a economia propiciada.
Com a adoção de tecnologia LED e de projetos de eficientização energética a todo vapor, a Celena espera dobrar seu faturamento em 2015. Somente em janeiro, a área de projetos desencadeou 30 novos estudos e deve incrementar sua área de projetos com novas contratações. “Todos os projetos que estavam parados no ano passado foram retomados neste ano, por serem avaliados como diferencial competitivo pelo cliente”, finaliza o executivo.