Comércio varejista paraibano registra maior crescimento do país
15 de agosto de 2014
As vendas do comércio varejista da Paraíba se descolaram do cenário nacional e o Estado registrou a maior taxa de crescimento de junho do país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o mês anterior. O avanço foi de 3,9% em junho na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC). Já o país e outros 23 Estados recuaram no mês da Copa do Mundo.
Além da Paraíba, somente os estados do Maranhão (1,6%), do Rio de Janeiro (0,5%), de Rondônia (0,2%) e de Roraima (0,1%) apresentaram resultados positivos em junho sobre maio. O país registrou recuo de 0,7%, o pior desde maio de 2012, quando retraiu 0,8%. Apesar do número de dias úteis terem sido reduzidos com a Copa, o mês foi considerado forte no comércio regional devido às datas comemorativas dos Namorados e das festas juninas.
Na comparação com junho do ano passado, o comércio varejista da Paraíba expandiu 7,4%, quarta maior taxa do país e o maior índice do Nordeste. Os estados do Norte como Acre (15%), Rondônia (9,9%) e Roraima (9,1%) registraram as maiores taxas, enquanto o país registrou um crescimento de apenas 0,8%. No acumulado do primeiro semestre, a Paraíba acumula alta, agora, de 4,5%, ficando acima da média nacional de 4,3%.
No comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, a Paraíba também mostrou crescimento de destaque nacional (4,9%), atrás apenas do Acre (5,1%), enquanto o país apresentou recuo de -3,6%.
“Durante a Copa do Mundo, houve redução dos dias úteis por conta dos feriados da Copa, e isso impactou sim nas vendas do comércio na maioria dos Estados, principalmente nas atividades de móveis e eletrodomésticos, tecidos e papelarias”, apontou Juliana Vasconcellos, gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE.
Taxa de crescimento do comércio varejista do mês de junho ante maio deste ano
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Unidade da Federação |
Taxa de crescimento de maio sobre junho % |
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PARAÍBA |
3,9% |
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Maranhão |
1,6% |
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Rio de Janeiro |
0,5% |
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Rondônia |
0,2% |
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Roraima |
0,1% |
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Paraná |
-0,3% |
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Minas Gerais |
-0,5% |
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Pará |
-0,5% |
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São Paulo |
-0,7% |
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Rio G. do Norte |
-0,7% |
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Mato Grosso do Sul |
-0,7% |
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Distrito Federal |
-0,8% |
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Alagoas |
-0,8% |
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Rio Grande do Sul |
-0,9% |
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Ceará |
-1,0% |
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Espírito Santo |
-1,2% |
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Pernambuco |
-1,5% |
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Piauí |
-1,6% |
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Mato Grosso |
-1,6% |
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Sergipe |
-1,7% |
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Bahia |
-1,8% |
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Santa Catarina |
-2,1% |
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Amapá |
-2,1% |
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Acre |
-3,7% |
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Goiás |
-4,0% |
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Amazonas |
-4,6% |
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Tocantins |
-8,2% |
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BRASIL |
-0,7% |