Campina Grande vai ser a primeira cidade do Nordeste a ganhar uma “Tecnópolis”
16 de maio de 2014
Representantes da UFCG, IFPB, UEPB e Escola Técnica Redentorista (ETER) tiveram, nessa quinta-feira (15), a oportunidade de conhecer o projeto do complexo Aluízio Campos, que foi apresentado pelo presidente da Urbema, Gustavo Nogueira. As discussões foram centralizadas no foco principal da reunião, a criação da “Tecnópolis”, que vai funcionar dentro do complexo industrial, empresarial, logístico e habitacional da cidade de Campina Grande.
A “Tecnopólis” vai funcionar dentro de uma área de 103 hectares, com fins de fomento à ciência, tecnologia e informação, facilitando o desenvolvimento de produtos e serviços com foco na inovação, ou seja, tornar Campina catalisadora de novas oportunidades. Em linhas gerais, trata-se de uma área que vai integrar agentes e produtores de tecnologia, num ambiente onde possa ser criado as mais diversas tecnologias em diversas áreas.
O complexo Aluízio Campos representa atualmente a oportunidade de desenvolvimento regional mais audaciosa do Nordeste, que vai alojar condomínio logístico, industrial e de serviços, além de uma área residencial e a “Tecnópolis”. A área do complexo está sendo considerada o segundo grande ciclo de desenvolvimento de Campina Grande, iniciando-se com o quarto maior projeto habitacional do Brasil e que tem no seu entorno toda uma estrutura atrativa para qualquer investidor, com ferrovia, rodovia, aeroporto, gás e muitos outros benefícios.
O investimento inicial é da ordem de meio bilhão de reais. O complexo equivale a 10% do perímetro de Campina Grande e já existem quase 150 empresas com propostas assinadas para instalação no local, o que totaliza cerca de R$ 440 milhões em investimentos privados e geração de quase onze mil empregos.