Inflação de serviços bancários encerrou 2013 com taxa acumulada de 1,4%, segundo Febraban
18 de fevereiro de 2014
Em 2013, a inflação de serviços bancários encerrou o ano com uma taxa acumulada de 1,4%, abaixo do crescimento médio anual registrado nos últimos oito anos, de 3%. É o que revela o Informativo Semanal de Economia Bancária, produzido pela Federação Brasileira dos Bancos – Febraban.
O Indicador de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) captura em sua estrutura a inflação do item denominado “serviços bancários”. Este item é composto pelos serviços financeiros explícitos, que são constituídos por: contribuições efetivas de serviços bancários; pagamentos de contribuições de serviços de corretagem, assessoria para investimentos, prestações de companhias financeiras e de instituições financeiras similares; e pagamentos por saques postais e outros pagamentos por serviços ?nanceiros de correios e bancos de desenvolvimento.
Apesar da inclusão de alguns itens não relacionados diretamente a atividade bancária, pode-se através deste indicador observar o comportamento médio do preço dos principais serviços prestados pela atividade bancária.
A inflação de serviços bancários encerrou o ano passado com uma taxa acumulada de 1,4%, após ter recuado 0,1% em 2012, e bem abaixo da alta de 12,5% verificada de 2011, quando muitas tarifas que se encontravam defasadas foram reajustadas.
Ao comparar-se o resultado de 2013 com o núcleo de “serviços”, calculado de acordo com a metodologia do Banco Central, observa-se que os serviços de maneira geral (alimentação fora do domicílio, empregados domésticos, serviços dentários, aluguéis, entre outros) cresceram a uma taxa bem superior, de 8,7%.
Com exceção de 2008 e 2012 este comportamento tem se repetido. Em 2013, os serviços bancários impactaram 0,02 p.p. no indicador de Serviços, ou, 0,3% do resultado.