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Índice de Confiança dos Pequenos Negócios da Paraíba registra aumento em maio

21 de junho de 2013

Internet -indústria  Os micro e pequenos empresários paraibanos estão confiantes com o rumo dos seus negócios. O Índice de Confiança dos Pequenos Negócios (ICPN), divulgado pelo Sebrae nessa quinta-feira (20), atingiu na Paraíba 119 pontos em maio, dois pontos superior a abril (117) e nove pontos maior que março (108). Nacionalmente, o índice registrado foi 116.

O estudo, elaborado pelo Sebrae mensalmente, também mostrou que a expectativa de crescimento dos negócios vem crescendo no Estado. Em março, o Indicador de Situação Esperada (ISE) da Paraíba foi de 136, enquanto que, em maio, subiu para 140. De acordo com o estudo, o ISE superior a 100 pontos expressa expansão da atividade esperada para os próximos meses.

Os microempreendedores individuais (MEI) – aqueles com faturamento de até R$60 mil por ano e com no máximo um empregado – e o setor da construção foram os mais confiantes no crescimento econômico. “Esse otimismo reforça a crença dos micro e pequenos empresários no bom desempenho da economia paraibana, que vem se desenvolvendo ao longo dos últimos anos”, destacou o superintendente do Sebrae Paraíba, Luiz Alberto Amorim.

Para o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barreto, o recordo no volume de crédito e o aumento na renda média dos trabalhadores tiveram um papel fundamental para o crescimento da confiança dos donos dos pequenos negócios, em todo o país.

Faturamento e contratações

O mais recente Índice de Confiança dos Pequenos Negócios também aponta uma expansão do faturamento e das contratações pelas micro e pequenas empresas. De acordo com a pesquisa do Sebrae, 68% dos entrevistados na Paraíba apontaram um aumento ou estabilidade no faturamento de abril deste ano, comparando-se com o mês anterior. Com relação ao pessoal ocupado, 94% dos empresários disseram que o índice manteve-se estável ou aumentou.

O ICPN é medido em uma escala que varia de 0 a 200. Acima de 100, o indicador aponta tendência de expansão das atividades, enquanto abaixo desse valor direciona para possível retração. A pesquisa abrange amostra de 5,6 mil empreendimentos de todos os setores – Indústria, Comércio, Serviços e Construção Civil -, entre microempreendedores individuais, microempresas (que faturam entre R$ 60 mil e R$ 360 mil por ano) e negócios de pequeno porte (com faturamento bruto anual entre R$ 360 mil e R$ 3,6 milhões).