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Obras do call center de João Pessoa devem começar este mês

4 de setembro de 2012

A unidade do call center da AeC em João Pessoa deverá atrasar um pouco mais para ficar pronta. O secretário executivo de Indústria e Comércio do Estado, Marcos Procópio, informou ontem que houve atraso no processo burocrático, porém, garantiu que as obras ainda permanecem previstas para começar ainda neste mês de setembro. “O início da construção depende da objetividade e da celeridade de entrega de algumas licenças, a exemplo da licença ambiental. Mas as obras, em si, são rápidas, não demorando mais do que 120 dias”, afirmou.
O secretário acrescentou que o projeto arquitetônico da unidade, que terá endereço no bairro do José Américo, já está em fase de acabamento. “A arquiteta entrou em contato comigo há alguns dias para falar sobre alguns detalhes”, disse. Quanto ao investimento, a empresa deverá dispor de mais de R$ 20 milhões para a obra pessoense e serão disponibilizadas de três a quatro mil oportunidades de empregos.
Investimento do mesmo porte está sendo feito na unidade do call center em Campina Grande, onde o espaço físico passa por ampliação para aumentar de 2.500 para 5.000 funcionários. “A previsão era que a AeC gerasse seis mil empregos em toda Paraíba, no entanto, estamos dobrando a unidade campinense e, apenas com isto, todas as expectativas foram superadas”, completou.
Para Marcos, esse crescimento é reflexo da satisfação da empresa com o trabalhador paraibano. “A assiduidade dos funcionários é muito grande e eles percebem o empenho que nós temos com as atividades da rotina de trabalho. É possível confirmar isto pelas mudanças positivas que ocorreram desde fevereiro – quando esse protocolo de intenções foi assinado – até hoje”, comentou.
Marcos Procópio assegurou que este tipo de investimento é muito benéfico para o desenvolvimento da Paraíba. “A matriz de Tecnologia da Informação foi eleita como setor prioritário para nós, porque emprega muita gente, em especial jovens em busca do primeiro emprego”. Além disso, segundo o secretário, 60% a 70% dos custos da empresa são relativos à massa salarial. “Este dinheiro é injetado direto na economia, uma vez que o funcionário usa seu salário para comprar bens, pagar suas contas, dentre outras coisas. Isto tem um impacto significativo”, disse.
A assessoria da AeC informou que a empresa não irá se pronunciar sobre as unidades paraibanas do call center.