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Banco do Brasil vai investir R$ 15 milhões em novas agências na PB

21 de agosto de 2012

A expansão das agências do Banco do Brasil por todo o território paraibano deve movimentar cerca de R$ 15 milhões até o final deste ano, entre inaugurações, ampliações e reformas. A informação é da assessoria de imprensa da instituição financeira na Paraíba, que contabiliza 14 cidades do Litoral e no interior do Estado que serão beneficiadas com as novas agências do banco.
Só João Pessoa e Campina Grande somam sete novas agências, das quais duas já foram inauguradas e cinco devem começar a funcionar nos próximos meses. Mais duas ainda serão relocalizadas, no Mercado Central de Campina Grande e no Shopping Manaíra, em João Pessoa, e três estão passando por obras de ampliação, no Shopping Sul, no Parque Sólon de Lucena e no Jardim Cidade Universitária.
No interior, três agências já foram abertas em 2012, nas cidades de Cacimba de Dentro, Mogeiro e Cruz do Espírito Santo. Outros seis municípios devem receber agências até o final do ano (Brejo do Cruz, Barra de Santana, Caturité, Puxinanã, Conde e Fagundes, cuja inauguração está prevista para a próxima semana). “Ainda estão sendo ampliadas as agências de Catolé do Rocha e de Patos. Com exceção das ampliações e da instalação da agência do Conde, todas as outras devem estar prontas ainda em setembro”, informou a assessoria do Banco do Brasil.
Para o próximo ano, está prevista a inauguração de uma agência em Patos, uma relocalização em Queimadas e outra no bairro da Torre, em João Pessoa. O crescimento no número de agências do Banco do Brasil está associado também a uma ampliação na quantidade de funcionários. “O banco tem tido uma preocupação com a melhoria do atendimento no Estado. Foram feitos investimentos não só na estrutura física das agências como também aumentamos em 30% o número de funcionários.
Sempre fomos a instituição com maior participação na Paraíba, mas desde 2010 decidimos ampliar mais ainda nossos serviços, especialmente para atingir as classes C, D e E, como uma forma de estimular a geração de renda de todos os estratos da população e de diferentes regiões”, afirmou o superintendente do Banco do Brasil na Paraíba, Carlos Alberto Ramos.
Em nível nacional, uma parceria com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) está facilitando também a ampliação. “O cliente pode ser atendido agora em várias agências dos Correios, tendo acesso a todos os serviços do banco. Também expandimos nossos terminais de autoatendimento e praticamente dobramos o número de correspondentes bancários”, acrescentou.
Demanda por crédito na Paraíba está em expansão
Quanto à demanda por crédito na Paraíba, Carlos Alberto afirma que o momento está extremamente positivo tanto para o banco como para o cliente, especialmente devido às baixas das taxas de juros. “Estamos superando todas as nossas metas. A demanda está crescente, tanto por crédito para investimento como por capital de giro”, comentou o superintendente, que aponta os financiamentos de imóveis e veículos como as linhas que mais atraem o cliente pessoa física. “Para as pessoas jurídicas, o Banco do Brasil tem o diferencial de disponibilizar taxas muito baixas para investimento. Uma novidade é o Giro 13º Salário, que financia o pagamento do 13º aos funcionários da empresa no final do ano”, ressaltou.
O acesso ao crédito, impulsionado também pelas condições favoráveis de pagamento, é um dos fatores que têm feito o Nordeste crescer nos últimos anos, superando até mesmo a média nacional. O endividamento acarretado por essas linhas de crédito é um assunto tratado pelo banco com bastante cuidado, para evitar prejuízos ao cliente. “Orientamos os funcionários a analisar muito bem as condições de pagamento e as taxas para que essa liberação de crédito seja feita de forma consciente e não comprometa as finanças do cliente posteriormente". Sobre a previsão de um crescimento econômico inferior ao registrado em 2011 (o mercado prevê um PIB de 1,8%), o superintendente acredita que o saldo do ano dependerá muito do comportamento da população. “As pessoas estão mais cautelosas, mas não acredito em recuo”, concluiu.