Paraíba apresenta maior número de empregos formais do País nos últimos 12 meses
18 de março de 2014
A Paraíba apresentou aumento de 5,94% nas vagas de emprego formal, nos últimos 12 meses. O estado teve a melhor evolução do país, quando levado em conta o número de habitantes. Esse percentual significa a criação de 22,3 mil novas oportunidades de trabalho. Além disso, o mês de fevereiro de 2014 registrou o melhor desempenho dos últimos 11 anos. Os setores de serviço e comércio foram os responsáveis pelos resultados. Com isso, quebra-se o ciclo histórico de quedas no número de postos de trabalho comuns no início do ano. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), anunciados pelo Governo Federal.
O secretário executivo de Indústria e Comércio do Estado, Marcos Procópio lembrou que a Paraíba encerrou a trajetória de queda de empregos dos últimos 11 anos. “Historicamente, a Paraíba registrava queda no número de empregos em janeiro e fevereiro, por causa das demissões dos empregos temporários no fim do ano e das sazonalidades da agricultura e da indústria. No entanto, agora, quebramos esse ciclo negativo e começamos o ano com crescimento e um desempenho que é destaque no País”, analisou.
Outro dado interessante do Caged é o desempenho da Paraíba entre os estados nordestinos, com relação ao saldo entre admitidos e desligados em fevereiro de 2014. Nesse quesito, o estado ficou na terceira melhor colocação da Região em números absolutos, sem levar em consideração o número de habitantes. Ou seja, foram 15.335 registros de pessoas admitidas e 13.950 demitidas, com um saldo positivo de 1.385. O Estado está atrás da Bahia (7.420) e do Ceará (7.231), que possuem uma população maior.
Ainda com relação aos empregos celetistas criados em fevereiro na Paraíba, o saldo é considerado recorde para o período. Ele corresponde a um aumento de 0,35% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Os setores que mais contribuíram com esse desempenho foram o de Serviços, com 1.731 postos de trabalho, e o de Comércio, com 865 mais oportunidades.