Em fevereiro, volume de vendas na Paraíba cresce 2,4%, quarto maior aumento do Brasil
No acumulado dos últimos 12 meses, houve alta de 4,6%, a 6ª maior do país, segundo a PMC
15 de abril de 2026
O volume de vendas do comércio varejista na Paraíba aumentou 2,4% em fevereiro, frente a janeiro, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (15). O resultado foi maior do que a alta verificada na média brasileira (0,6%), além de ser o quarto maior entre as unidades da federação. Os estados com melhores resultados foram Paraná (2,9%), Bahia (2,7%) e Minas Gerais (2,5%).
Na comparação com fevereiro de 2025, o volume de vendas do varejo estadual apresentou, em fevereiro de 2026, o nono maior avanço do país (2,6%), enquanto a média do país foi bem menor (0,2%). Nesse mesmo comparativo, os melhores resultados foram registrados em Pernambuco (10,1%), Acre (8,1%) e Distrito Federal (4,8%).
Já a variação acumulada no ano do volume de vendas do varejo paraibano, em relação ao mesmo período de 2025, chegou a 2,8%, acima da constatada no cenário nacional, que foi de 1,5%. Nesse indicador, os melhores resultados foram encontrados em Pernambuco (12,2%), Acre (6,7%), Rondônia (6%).
Por outro lado, no acumulado dos últimos 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, a pesquisa aponta que, entre todas as unidades da federação, a Paraíba apresentou o quarto melhor resultado, com um crescimento de 4,6% e acima da média nacional (1,4%). O estado foi superado apenas pelo observado no comércio varejista do Amapá (7,2%), além de Santa Catarina e do Rio Grande do Norte, empatados com 5,2%.
Quanto à receita nominal de vendas do setor paraibano, em fevereiro de 2026, houve avanços em todos os comparativos, sendo de 2,7% frente a janeiro (maior do país); de 3,7% em relação a fevereiro de 2025; de 4,2% no acumulado do ano; e de 7,2% no acumulado dos últimos 12 meses.
Varejo ampliado
Em fevereiro de 2026, no comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado especializado em alimentos, bebidas e fumo, todos os indicadores estaduais ficaram no campo positivo. Frente a janeiro, houve avanço tanto no volume de vendas (1,8%) como na receita nominal de vendas (3,2%), ambos superiores às médias nacionais, que foram de 1% e 0,9%, respectivamente.
Em relação a fevereiro de 2025, não houve alteração (0%) no volume, mas houve aumento de 1,4% na receita. Mesmo assim, os resultados foram melhores que os observados no cenário brasileiro, onde foi observada variação negativa tanto no volume de vendas (-2,2%), como na receita nominal (-1,4%).
Já no acumulado do ano, de janeiro até fevereiro, em relação ao mesmo período de 2025, foram registrados aumentos de 0,6%, no volume, e de 2,2%, na receita, ambos ficando acima das médias brasileiras, que foram, respectivamente, de -0,5% e 0,6%.
Por sua vez, as variações acumuladas nos últimos 12 meses, em relação ao mesmo período do ano anterior, foram de 3,3% e 6,2%, no volume e na receita de vendas do setor estadual, enquanto na média nacional foram constatados resultados inferiores, de -0,4% e 3%, respectivamente.