Tag: vestuário

  • Setor de vestuário e acessórios lidera a intenção de lançar produtos em abril

    Setor de vestuário e acessórios lidera a intenção de lançar produtos em abril

    O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial demonstra estabilidade na confiança da indústria de vestuário e acessórios. De acordo com o indicador, que mede a intenção das empresas do setor em lançar produtos ao solicitar o cadastro de códigos de barras, o segmento se destacou como o mais proativo em abril.

    O índice compilado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil demonstra crescimento no setor de vestuário e acessórios de 21,6% em abril comparado a março. No acumulado de 12 meses o aumento foi de 6,1%, conforme mostra o quadro abaixo.

     

    Entenda o índice

    Índice antecedente de produção industrial que mede a intenção de lançamento de produtos no Brasil, por meio dos pedidos de códigos barras pelas empresas.

    · ORIGINAL – dado bruto reflete as solicitações de GTIN mês a mês.

    · DESSAZONALIZADO – série livre de efeito sazonal, exclui efeitos típicos de meses específicos e permite uma avaliação mais intuitiva de tendência do crescimento da série entre os meses (ex. comportamento histórico de aumento de pedidos por conta de datas comemorativas).

    · O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial será divulgado:

    o Todo 1º dia útil do mês

    o Primeiro indicador antecedente de Indústria a ser divulgado

    o Poder explicativo adicional – não direto – com significância estatística

    o Relacionado com Inovação – portfólio de produtos das empresas

    o Setores relacionados com CNAE – Divisão 10 a 33

    o Número Índice (Base: média de 2012 = 100)

  • Paraíba tem mais de 13,4 mil pequenos negócios no segmento de vestuários e acessórios

    Paraíba tem mais de 13,4 mil pequenos negócios no segmento de vestuários e acessórios

    O comércio varejista de vestuário e acessórios é um dos segmentos da economia que mais concentram pequenos negócios na Paraíba. Ao todo, são 13.473 pequenas empresas com cadastro ativo e os Microempreendedores Individuais (MEI) somam a maioria dos estabelecimentos (75%), com mais de 10 mil cadastros. Na sequência, aparecem as Microempresas (23%), empresas de pequeno porte (1,5%) e demais (0,4%). Os dados são do Sebrae e referem-se aos empreendimentos ativos até fevereiro deste ano.

    Com relação aos municípios que concentram a maior parte dos estabelecimentos do comércio voltado à venda de vestuário destacam-se João Pessoa (3.842), Campina Grande (1.879) e Patos (485). Os dados do Sebrae apontam ainda o tempo médio dos pequenos negócios desse segmento, que têm 3,5 anos.

    A analista técnica do Sebrae/PB, Rosário Brito, lembra que esse segmento do mercado é competitivo e desafiador. Por isso, ela reforça a importância do empreendedor manter-se atualizado e planejar suas estratégias para buscar o seu espaço e destacar a empresa. “Quando o empreendedor decide pelo segmento da moda, ele deve ficar atento e planejar com cuidado todos os passos necessários visando obter sucesso e não ser surpreendido por não ter planejado como iria entrar nesse mercado”, orienta.

    Ela lembrou ainda que o mercado da moda no Brasil tem crescido no pós-pandemia com expectativa de alcançar, até 2025, U$ 1 trilhão em faturamento, conforme estimativa do Sebrae, apontada na pesquisa “Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MICBR)”. Esse crescimento se deve, sobretudo ao mercado online, por meio dos e-commerces e marketplaces. Como em qualquer negócio, Rosário Brito reforça aos empreendedores que querem investir no segmento que façam pesquisa de mercado, definam o nicho e considerem parcerias.

    “A pesquisa de mercado irá proporcionar maior segurança ao empreendedor que deseja investir nesse segmento, pois fará a análise necessária da viabilidade do negócio pretendido. Também é importante fazer investimentos corretos em marketing digital, estudar e encontrar as parcerias certas e investir em capacitação”, recomenda a analista.

  • Dafiti vai continuar vendendo produtos da Forever 21 após fechamento de lojas no Brasil

    Dafiti vai continuar vendendo produtos da Forever 21 após fechamento de lojas no Brasil

    O e-commerce de moda Dafiti vai continuar vendendo produtos da Forever 21 mesmo após o fechamento das lojas da marca americana no Brasil. Roupas e acessórios da Forever 21 passaram a fazer parte do portfólio da empresa em maio do ano passado.

    A Forever 21 deve fechar todas as lojas que possui abertas no Brasil. Até que o fechamento se confirme, a marca promove uma megaliquidação em algumas lojas e vende produtos pela metade do preço.

    Segundo a Dafiti, além de oferecer uma seleção inédita de produtos Forever 21, a fashiontech garante a entrega dos itens em todo o País.

    Marca em crise

    A marca chegou ao Brasil no ano de 2014 e fez sucesso com seu foco no conceito fast-fashion e atualização constante de coleções. A inauguração da primeira loja, no Shopping Morumbi, na zona sul de São Paulo, gerou uma fila de 1.500 pessoas na porta.

    A Forever 21 enfrenta, no entanto, uma mudança de comportamento dos consumidores. Boa parte deles hoje é mais seletiva e não gasta mais tanto com o chamado fast-fashion. E quem gosta desse tipo de moda, lembra o especialista em varejo Sandro Magaldi, prefere a internet, com plataformas como Shopee e Shein, de preços mais baixos. Além disso, existe o movimento contrário, o slow fashion, pelo qual o consumidor prefere pagar um preço maior em roupas de melhor qualidade.

    A Forever 21 está em recuperação judicial nos Estados Unidos desde setembro de 2019. Na época, o motivo alegado foi a concorrência entre as lojas de rua e o e-commerce. Com 800 lojas nos EUA, Ásia, Europa e América Latina, a varejista recorreu ao Capítulo 11 da Lei de Falências americana, que permite manter o controle e posse de seus bens enquanto administra uma reestruturação.

    No começo de 2020, chegou a um acordo de US$ 81 milhões para vender seus negócios de varejo a um grupo que inclui o Simon Property Group, a Brookfield Property Partners e a Authentic Brands.