Tag: meta

  • Parceria de ONG com Meta oferece cursos online gratuitos de qualificação para o mercado digital

    Parceria de ONG com Meta oferece cursos online gratuitos de qualificação para o mercado digital

    A Rede da Junior Achievement (JA) Brasil, uma das maiores organizações sociais de educação empreendedora para jovens do mundo, e a Meta, dona do Instagram, Facebook, WhatsApp e Threads, entre outros, promovem cursos online gratuitos de qualificação de jovens para o mercado digital. O projeto é destinado a jovens de 15 a 29 anos e prevê conteúdos sobre marketing digital, realidade aumentada (AR), preparação para o mercado de trabalho e incentivo ao empreendedorismo.

    A ação envolve a Rede da JA em Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Pará, Piauí e Rio de Janeiro, mas o acesso aos cursos está disponível para jovens de todo o país por meio do site: https://jasp.org.br/metainspira/

    A iniciativa reúne projetos já consolidados pelas duas instituições: o programa de Marketing Digital, da Meta Blueprint, e a Trilha Descobrindo o Futuro com Conhecimento, da Plataforma Inspira JA. Neles, os alunos aprendem a criar conteúdo, gerenciar redes sociais e desenvolver websites, entre outras habilidades.

    O diretor-executivo da JA Brasil, Alexandre Mutran, diz que a missão da parceria é usar a tecnologia como ferramenta para transformação social positiva, capacitando e apoiando comunidades. E, segundo ele, reforça o compromisso da ONG em atingir o máximo de jovens com suas plataformas.

    “A parceria com uma empresa como a Meta, que investe tanto em tecnologia, nos permite expandir ainda mais o alcance da Junior Achievement no Brasil e levar a educação empreendedora a mais jovens que precisam de orientação para entrarem no mercado de trabalho”, diz o diretor-executivo.

  • Microsoft (MSFT) e Apple (AAPL), o que esperar do balanço do 4º trimestre de 2023?

    Microsoft (MSFT) e Apple (AAPL), o que esperar do balanço do 4º trimestre de 2023?

    Os números de Microsoft (MSFT) e Alphabet (GOOGL), proprietária do Google, serão conhecidos nesta terça-feira (30) após o fechamento do mercado. Na quinta-feira, (1), será a vez de Apple (AAPL), Meta (META) e Amazon܂com (AMZN), também após o fim das negociações do mercado.
    Os investidores vão ficar particularmente atentos aos números de Microsoft e Apple. As duas têm uma disputa particular para o posto de empresa mais capitalizada do mundo. Em 12 de janeiro, a empresa fundada por Bill Gates superou o valor de mercado da companhia criada por Steve Jobs e Steve Wozniak.
    Impulsionada por inteligência artificial (IA), as ações da Microsoft já apresentam uma alta acumulada de +8,9%, representando um valor de mercado de US$ 3,04 trilhões. Enquanto os papéis da Apple têm uma leve queda de -0,28% no ano devido à expectativa de queda de receita com vendas menores na China, com uma capitalização de US$ 2,96 trilhões.
    Confira abaixo as projeções do InvestingPRO, ferramenta de análise fundamentalista do br.investing.com, para o próximo balanço de Microsoft e Apple.

    Microsoft

    Os analistas de mercado esperam um crescimento de 8,2% na receita trimestral da Microsoft entre outubro e novembro em comparação com os três meses anteriores. A expectativa é de que o faturamento tenha subido de US$ 56,517 bilhões para US$ 61,129 bilhões.
    Já a estimativa de Lucro por Ação (LPA) é de queda em relação aos números apresentados entre julho e setembro. Após surpreender o consenso em 12,9% no terceiro trimestre com um LPA de US$ 2,99 por ação, a expectativa dos analistas de mercado é de um LPA de US$ 2,77 no 4º trimestre, com 7 analistas revisando a projeção para cima e 1 para baixo nos últimos 90 dias.
    Será que vem um quarto trimestre consecutivo de surpresa altista no LPA em relação ao consenso de mercado? Os investidores já melhoraram a projeção de LPA da Microsoft no quarto trimestre de 2023 em 5,5% nos últimos 12 meses, enquanto as estimativas de receita subiram 4,73% no período.
    Imagem 1: Projeções de LPA e Receita de Microsoft (4T23)

    Fonte: InvestingPro. Elaboração: br.investing.com

    Qual é o preço-justo da Microsoft?

    O InvestingPRO indica um preço-justo de US$ 352,70 para os papéis da Microsoft, com potencial de queda de 13,9% e grau de incerteza baixa para os próximos 12 meses. O valor foi obtido através da mediana de 14 modelos diferentes de valuation e está abaixo da mediana dos analistas (US$ 426,03). Isso significa que o InvestingPro está mais pessimista com o papel do que o mercado.
    Imagem 2: Estimativa de preço-justo das ações de Microsoft para os próximos 12 meses

    Fonte: InvestingPro. Elaboração: br.investing.com
    O pessimismo com as ações da Microsoft ocorre devido a elas serem negociadas a um múltiplo de lucro elevado, a um preço por lucro (P/L) de 39,5x, contra a média de 33,5x entre seus principais concorrentes. Além disso, o preço dos papéis da empresa é alto em comparação com o crescimento de seus lucros a curto prazo, conforme o seu P/L dividido pela taxa de crescimento de lucro (métrica conhecida como índice PEG – Price to Earnings Growth)
    Além disso, o Índice de Força Relativa (IFR) das ações da empresa está em território sobrevendido, de acordo com a análise técnica, ou seja, muitas compras recentes impulsionaram o preço dos papeis, que elevou acima do seu preço intríseco. O IFR da Microsoft é de 76,06, inclusive acima da média de 65,79 de seus concorrentes.
    No lado positivo, as ações da Microsoft são negociadas com baixa volatilidade de preços, com fluxos de caixa podendo cobrir pagamentos de juros suficientes. Os analistas de mercado projetam que a Microsoft terá uma alta lucratividade em 2024.

    Apple

    A expectativa dos analistas de mercado para os números do quarto trimestre de 2023 da Apple é contraditória. Se for olhar as projeções de LPA e receita em comparação ao terceiro trimestre de 2023, poderia se dizer que o mercado está otimista com o balanço da empresa da maçã. Porém, as duas estimativas estão caindo nos últimos 12 meses.

    A projeção do LPA entre outubro e dezembro é de US$ 2,10 por ação, alta de 44,1% em relação aos três meses anteriores, com 14 analistas elevando o LPA e 11 recuando nos últimos 90 dias. No entanto, a estimativa de LPA para o período caiu 5,17% nos últimos 12 meses.
    A estimativa da receita também é de crescimento, projetada em US$ 118,3 bilhões, alta de 32,1%. Em relação aos últimos 12 meses, a expectativa de receita para o último trimestre de 2023 recuou 9,69%.

    Vale ressaltar que a Apple surpreendeu o mercado nos últimos 3 trimestres a estimativa de LPA do mercado. O resultado do terceiro trimestre de 2023 foi 4,8% acima do LPA projetado em US$ 1,46 por ação.
    Imagem 3: Projeções de LPA e Receita da Apple (4T23)

     

    Fonte: InvestingPro. Elaboração: br.investing.com

    Qual é o preço-justo da Apple?

    O InvestingPRO indica um preço-justo de US$ 162,19 para os papéis da Apple, com potencial de baixa de 15,4% e grau de incerteza baixa para os próximos 12 meses. O valor foi obtido através da mediana de 14 modelos diferentes de valuation e está 18,8% abaixo da mediana dos analistas (US$ 199,62). Isso significa que o InvestingPro está mais pessimista com os papéis da Apple do que o mercado.
    Imagem 4: Estimativa de preço-justo das ações da Apple para os próximos 12 meses

     

    Fonte: InvestingPro. Elaboração: br.investing.com

     

    Pesa contra a ação ela ser negociada a um índice de preço por lucro (P/L) elevado em relação aos seus resultados no curto prazo. Isso significa que o preço das ações está alto em comparação com o crescimento de seus lucros a curto prazo, de acordo com o índice PEG, que está 93,71 contra 3,83 da média do mercado.
    No lado positivo, a ação é geralmente negociada com baixa volatilidade de preços e os fluxos de caixa podem cobrir suficientemente os pagamentos de juros.
    Aviso: Este conteúdo foi escrito apenas com fins informativos e não constitui qualquer solicitação, oferta, conselho ou recomendação de investimento, não tendo por objetivo incentivar a compra de ativos de nenhuma forma.

  • Aplicativo Threads, da Meta, deve lançar versão web esta semana

    A Meta Platforms planeja lançar uma versão web do aplicativo Threads no início desta semana, a maior novidade a ser introduzida em relação ao seu concorrente do “X” de Elon Musk.

    A versão para desktop abordaria um dos maiores de uma longa lista de desejos de recursos que os usuários procuraram para o Threads.

    O aplicativo parecia a caminho de ser um grande sucesso quando o Meta lançou uma versão básica no início de julho, mas o uso dele despencou nas últimas semanas.

    Os usuários podem ver postagens específicas do Threads na web, mas seu acesso é limitado, pois o aplicativo é voltado principalmente para telefones celulares.

    Adam Mosseri, chefe do Instagram, disse na sexta-feira em seu perfil no Instagram, que a versão web da plataforma seria lançada em breve e já está sendo testada internamente na Meta. Fontes com os planos da Meta disseram que ela será lançada no início desta semana, embora os planos de lançamento não sejam definitivos e possam mudar.

    Meta correu para lançar Threads para aproveitar o crescente interesse por uma alternativa ao X, anteriormente conhecido como Twitter.

    O aplicativo se tornou o aplicativo mais rápido a atingir 100 milhões de downloads, atingindo a marca em cinco dias.

    Engajamento

    O engajamento dos usuário no Threads continua a cair, após um aumento inicial no número de inscrições, colocando pressão na Meta para lançar novos recursos para o aplicativo. Pela segunda semana seguida, o número de usuários ativos diariamente declinou no Threads, caindo para 13 milhões, 70% abaixo do seu pico no dia 7 de julho, segundo estimativas da Sensor Tower, plataforma de inteligência de mercado.

    O tempo médio que usuários passam no aplicativo também caiu para 4 minutos, ante 19 minutos registrado anteriormente. O tempo médio gasto pelos usuários do Android nos EUA caiu para cinco minutos, de um pico de 21 minutos no dia do lançamento, de acordo com a SimilarWeb, empresa de análise e dados digitais.

  • Estudo aponta mais de 1 mil anúncios falsos sobre o Desenrola

    O Laboratório de Estudos de Internet e Mídias Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descobriu 1.048 anúncios fraudulentos com menção ao programa Desenrola Brasil, que circularam entre 19 e 21 de julho nas redes sociais. A análise foi feita utilizando a biblioteca de anúncios da empresa Meta, onde ficam arquivadas as peças impulsionadas nas plataformas da empresa, como Facebook, Instagram e Messenger. Grande parte dos anúncios foi veiculada abaixo do radar dos monitoramentos tradicionais, escapando da moderação da Meta.

    Segundo o relatório A Publicidade a Favor do Endividamento, os anúncios identificados nesse estudo lesam possíveis beneficiários do programa, sobretudo pelo uso indevido da imagem do governo federal e do Serasa, e continuaram ativos após as primeiras denúncias em jornais e emissoras de TV denunciando esses golpes.

    “Os golpes por meio das redes sociais causam danos materiais aos consumidores, especialmente aos mais vulneráveis que são segmentados pelas próprias plataformas. Os lucros dessas empresas com anúncios fraudulentos, mesmo quando retirados do ar, as tornam beneficiárias diretas dos golpes”, diz o estudo.

    No mês de julho, reportagens jornalísticas revelaram anúncios fraudulentos sobre o programa Desenrola Brasil que circularam nas redes sociais utilizando indevidamente a imagem de instituições públicas, do Serasa e de veículos de imprensa com o objetivo de passar credibilidade e, assim, aplicar golpes nos cidadãos.

    Segundo o relatório, é possível criar páginas falsas nas plataformas da Meta em nome do governo federal, sem necessidade de verificação dos anunciantes, deixando o consumidor sem informações para discernir sua autenticidade.

    Em nota, a empresa Meta informou que não permite atividades fraudulentas em suas plataformas. “Não permitimos atividades fraudulentas em nossos serviços e temos removido anúncios enganosos sobre o programa Desenrola Brasil de nossas plataformas, assim que identificados por meio de uma combinação de uso de tecnologia, denúncias de usuários e revisão humana”, disse a Meta.

    Para os pesquisadores da UFRJ, as regras de transparência de publicidade não podem ser definidas apenas pelas plataformas, devendo estar a serviço do interesse público em primeiro lugar.

    “Nossos estudos têm mostrado que a autorregulação das plataformas não tem funcionado, indicando a urgência de uma regulamentação das plataformas digitais que inclua transparência e responsabilidade por seus serviços e respeite o Código de Defesa do Consumidor”, diz o relatório.

    Em maio deste ano, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) publicou um estudo apontando que cerca de 78% das famílias brasileiras estariam endividadas. Nesse contexto, o governo federal lançou, em 17 de julho, a primeira etapa do programa Desenrola Brasil para que 70 milhões de brasileiros inadimplentes possam renegociar suas dívidas com instituições financeiras.

  • Microsoft e Meta anunciam parceria para distribuir novo software de IA para uso comercial

    A Microsoft anunciou uma parceria com a Meta para lançar uma nova versão do modelo de linguagem de inteligência artificial (IA) da controladora do Google, que irá disponibilizar o software para empresas pela primeira vez.

    O modelo da IA da Meta, apelidado de Llama 2, será gratuito e estará disponível para desenvolvedores de software na plataforma de computação em nuvem Azure, da Microsoft, disseram as empresas em um comunicado que nomeou a Microsoft como parceira preferencial da Meta.

    A Microsoft também anunciou planos de cobrar das empresas US$ 30 por mês por pessoa pelo acesso a um assistente com inteligência artificial para seu popular software de trabalho Microsoft 365, que inclui Word e Excel, um teste inicial de valor para novas ferramentas de inteligência artificial.

    A taxa é mais do que o dobro do que a Microsoft atualmente cobra pela versão mais barata do software.

    Competição fica acirrada

    O lançamento do Llama 2 deve intensificar a competição por modelos privados e comerciais, como o sistema GPT-4 desenvolvido pela OpenAI, que lançou o popular chatbot ChatGPT.

    Ao disponibilizar o Llama 2 para os clientes do Azure, a Microsoft está demonstrando vontade de ir além do fabricante do ChatGPT, OpenAI, como sua plataforma de IA preferida.

    Apesar do fato de a Microsoft ter gastado bilhões com o OpenAI, outros provedores de computação em nuvem, como Amazon e Google, estão se promovendo cada vez mais como plataformas neutras, onde os desenvolvedores podem escolher entre uma variedade de modelos de IA generativa de diferentes empresas. Fonte: Dow Jones Newswires.

  • João Pessoa atinge meta da Campanha de Vacinação contra a Influenza

    João Pessoa atingiu, neste final de semana, a meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. Até o momento, foram aplicadas 303.702 doses da vacina, o que representa 90,8% da população que integra os grupos prioritários. A campanha foi encerrada no último dia 30 de junho, mas a vacina foi liberada para todos os públicos a partir dos seis meses de idade.

    A secretária executiva de Saúde de João Pessoa, Janine Lucena, agradeceu aos trabalhadores envolvidos na imunização. “Minha gratidão e meu reconhecimento ao trabalho de todos os envolvidos. Muito bom saber que temos uma equipe comprometida e que tem a qualidade da saúde da população como principal objetivo”, ressaltou.

    O chefe de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Fernando Virgolino, destacou que foi um trabalho árduo até atingir a meta, mas foi fruto do esforço de todos os que fazem parte do processo de vacinação. “O trabalho de todos foi essencial para que fosse possível chegar a mais essa conquista. Venho deixar aqui registrado o meu agradecimento a todos sem exceção, pois o sucesso do trabalho acontece em equipe”, afirmou.

    A vacina contra a Influenza continua disponível, de segunda a sexta-feira, nas unidades de saúde da família (USF), das 7h às 11h e das 12h às 16h; policlínicas municipais, das 8h às 12h; Centro Municipal de Imunização (CMI), das 8h às 16h; e Home Center Ferreira Costa, das 12h às 21h.

    Embora as pessoas de todas as idades sejam suscetíveis ao vírus Influenza, alguns grupos são mais vulneráveis a desenvolver complicações em decorrência da doença. Nesse sentido, destacam-se as gestantes, puérperas, adultos com mais de 60 anos, crianças com menos de cinco anos e indivíduos com comorbidades ou condições clínicas especiais, especialmente cardiorrespiratórias, obesidade, diabetes, imunossupressão, dentre outros. Portanto, todos os esforços devem ser mantidos para vacinar esses grupos prioritários.

  • Com 100 milhões de usuários, Threads tem um novo desafio: mantê-los interessados

    A rede social Threads, criada pela Meta para rivalizar com o Twitter, superou 100 milhões de usuários em menos de cinco dias, informaram sites especializados.

    Mas agora, para manter seus mais de 100 milhões de usuários, o aplicativo Threads, vinculado ao Instagram, precisa reproduzir o que fez do Twitter um sucesso: comunidades ativas e, por vezes, intensas e atualizações em tempo real dos principais fatos ao redor dessas comunidades.

    A data.ai, empresa de ciência de dados, divulgou um relatório sobre o Threads que mostra o Brasil na segunda colocação dos países que mais baixaram o app. Em primeiro, quem aparece é a Índia.

    O relatório revela também que a rede social de Mark Zuckerberg chegou a um quinto dos usuários ativos do Twitter. 

    Dado cenário, é certo querer replicar os cases de sucessos do app inspirador. Osusuários procuram o Twitter para eventos ao vivo como as partidas de futebol e shows, mas também para o noticiário político e econômico.

    Subculturas administradas por fãs, como as dedicadas a Taylor Swift ou BTS, também florescem na plataforma e movimentam ações para fora dela.

    A diminuição do uso do Twitter e as limitações no número de postagens que os usuários podem ler abrem espaço para alternativas como Bluesky e Mastodon, mas nenhum deles, no momento, é tão popular quanto Threads.

    E considerando que usuários de mídias sociais são voláteis, aderindo a novas plataformas e abandonando-as meses depois quando a novidade desaparece, BeReal ou do Koo, que o digam.

    O que falta na rede social

    Assim, a missão de não deixar a festa esvaziar pode ficar ainda mais complicada ao considerar a posição da rede social: Adam Mosseri, chefe do Instagram, disse que a empresa não incentivará política e notícias pesadas na nova plataforma, o que pode dificultar a busca dos usuários por assuntos polêmicos.

    E para superar os obstáculos que o Twitter está enfrentando agora, Threads terá que combater spam, assédio e outros males.

    Mosseri afirmou que a empresa está trabalhando em uma longa lista de recursos, incluindo suporte para várias contas e a capacidade de editar postagens. Ele acrescentou que “vai demorar um pouco para entregar tudo isso”.

    Entre as melhorias propostas, está a inclusão de um aplicativo de desktop, agrupamento por tópico, feeds cronológicos e feeds de contas seguidas.

    Para os espectadores, funcionalidades como pesquisa de postagens, bookmarks e assuntos em alta também são consideradas. Para os postadores, a separação entre Instagram e Threads, possibilidade de rascunhos, contagem de caracteres e alterações de nomes são esperadas.

    O futuro do Threads ainda é incerto, mas parece que a empresa está determinada a trabalhar para competir com outros gigantes, apesar de já ter nascido um gigante.

  • Threads chega a 10 milhões de usuários 7 horas após lançamento

    Threads, a mais recente rede social do conglomerado Meta, ultrapassou a marca de 10 milhões de usuários após sete horas de funcionamento. A informação foi divulgada por Mark Zuckerberg, dono da Meta – que controla Facebook, Instagram e WhatsApp. Seu lançamento, inicialmente agendado para quinta-feira, 6, foi adiantado em um dia.

    “Acho que deveria haver um aplicativo de conversas públicas com 1 bilhão de pessoas nele. O Twitter teve a oportunidade de fazer isso, mas não acertou em cheio. Espero que nós consigamos”, escreveu Zuckerberg.

    O Twitter, principal concorrente do Threads, tem cerca de 200 milhões de usuários ativos. A rede social, que foi comprada por Elon Musk em 2022, tem 17 anos.

    O Threads foi lançado em mais de 100 países e está disponível para iOS e Android. Com uma dinâmica similar a rede de Elon Musk, a nova aposta do dono do Facebook promove interações baseadas em texto, permitindo que os usuários postem e respondam uns aos outros. O aplicativo é gratuito e, até o momento, está livre de anúncios.

    Como funciona o Threads

    As postagens no Threads podem ter até 500 caracteres e incluir links, fotos ou vídeos com até cinco minutos de duração. Também é possível curtir, comentar e compartilhar o que outras pessoas publicaram. 

    O feed principal do aplicativo mostra postagens, junto com contas recomendadas pelo algoritmo do Instagram. É possível republicar algo com um comentário, e as respostas são destacadas no feed principal. Não há feed apenas das pessoas que você segue, embora isso possa ser adicionado posteriormente. 

    Não há um esquema de verificação pago que desbloqueie funcionalidades adicionais, embora, para os que tenham um selo azul no Instagram, ele seja transferidos para as contas do Threads automaticamente.

    Uma diferença entre o Twitter e o Threads, até o momento, é que a rede social da Meta não tem a área de trending topics, que mostra assuntos mais comentados na rede. Esse recurso deve ser lançado em breve. 

    Como baixar o Threads no iPhone

    Abra a App Store e busque, clicando no ícone da lupa, pelo app” Threads, an Instagram App. Clique em “obter”. Confirme a ação inserindo a sua senha do iCloud. Depois disso, é só abrir e o aplicativo.

    Como baixar o Threads no Android

    Basta abrir a Google Play Store no celular e buscar por ” Threads, an Instagram app” na barra de busca. Clique no botão “instalar”, localizado no canto superior direito. Confirme a ação e aguarde o download ser finalizado. Depois disso, é só acessar o aplicativo.

  • Dona do Facebook está desenvolvendo rede social descentralizada ligada à Web3

    Dona do Facebook está desenvolvendo rede social descentralizada ligada à Web3

    Empresa controladora do Facebook e do Instagram, a Meta está criando um aplicativo de conteúdo baseado em texto que oferecerá suporte ao ActivityPub – o protocolo de rede social descentralizado que alimenta o Mastodon e outros aplicativos ligados a conceitos de Web3 que competem com o Twitter.

    O aplicativo estaria sendo desenvolvido pela empresa sob o codinome P92, terá a marca do Instagram e permitirá que os usuários façam login com suas credenciais da rede social de fotos e vídeos curtos, de acordo com uma reportagem do site TechCrunch.7

    A equipe do P92 planeja seguir a abordagem de “fork” na versão inicial do produto, com os perfis dos usuários sendo preenchidos a partir das informações de suas contas do Instagram, incuindo nome, nome de usuário, biografia, foto do perfil e número de seguidores.

    De acordo com uma breve apresentação do produto, o aplicativo seguirá a política de privacidade em vigor nas outras redes sociais da empresa, mas também terá uma política de privacidade complementar e termos de serviço que abordam especificamente o compartilhamento de dados entre diferentes aplicativos.

    Empresas de tecnologia e startups têm buscado aproveitar a tendência crescente de busca de plataformas alternativas entre os usuários do Twitter. Nos últimos meses, várias plataformas rivais, como Mastodon, Post.news, Koo e T2 ganharam espaço e têm atraído novos usuários.

    O plano atual para o produto mínimo viável (MVP, na sigla em inglês) é permitir que as pessoas transmitam postagens para usuários em outros servidores. No entanto, ainda não está claro se os usuários poderão seguir e visualizar o conteúdo de usuários hospedadas em outros servidores.

    A versão inicial do aplicativo incluirá recursos como links em postagens com visualizações, biografia do usuário, nome de usuário, crachás de verificação, imagens e vídeos que podem ser compartilhados. Ele também terá funcionalidades como seguidores e curtidas, mas não se sabe se os recursos de publicação de comentários e envio de mensagens serão incluídos na primeira versão do produto.

    A equipe de desenvolvimento da Meta também está discutindo a possibilidade de permitir que o conteúdo de terceiros seja repostado por usuários, como é possível no Twitter, mas apenas para contas comerciais e de criadores. O MVP integrará um gerenciador de direitos para conteúdo próprio desde o início, mas não para conteúdo de terceiros de outros aplicativos e servidores.

  • Após Twitter, Meta também cobrará pelo selo de verificação

    Após Twitter, Meta também cobrará pelo selo de verificação

    A Meta é mais uma rede social a pedir que os usuários paguem para ter uma conta com selo de verificação. A medida é semelhante à adotada pelo Twitter como uma nova fonte de receita além da captação de anúncios publicitários.

    O novo serviço da Meta é válido para o Facebook e Instagram e permitirá que, assim como as figuras públicas, os usuários comuns também tenham um selo azul de verificação confirmando sua identidade.

    Quem quiser comprar o selo de verificação no Instagram ou Facebook terá de pagar o valor de US$ 11,99 por mês, de acordo com o informado pela companhia.

    Embora o CEO do Twitter, Elon Musk, tenha chamado a novidade da empresa rival de “inevitável” em uma postagem feita no domingo, 19, o impacto da receita deve ser mínimo ao menos por enquanto. O recurso Meta Verified pode adicionar de US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões no faturamento anual da Meta, de acordo com análise de Mandeep Singh, analista da Bloomberg, escreveu em comunicado. Em 2022, a receita da companhia alcançou a marca de US$ 117 bilhões.

    Singh disse, ainda, que a mudança será benéfica ao ajudar a plataforma a reter os creators, grupo que deve pagar pelo selo de verificação para proteger seu conteúdo e destacar suas postagens. Maior visibilidade significará, nas palavras da plataforma, proeminência em algumas áreas da rede social, como buscas, comentários e recomendações, de acordo com a Meta.

    Até meados de janeiro, menos de 0,2% dos usuários do Twitter nos Estados Unidos concordaram em pagar pelo Twitter Blue, que fornece o selo de verificação, de acordo com relatado pelo site The Information.

    O Twitter relançou o serviço nos Estados Unidos em dezembro. No Brasil, o plano de assinatura do Twitter Blue começou a ser apresentado há alguns dias.

    Ainda nesta semana, a Meta oferecerá o novo serviço de assinaturas na Austrália e na Nova Zelândia e incluirá um processo de verificação que requer um documento emitido pelo governo. Além do selo de verificação, a assinatura inclui “proteção proativa da conta, acesso a suporte e aumento de visibilidade e alcance”, segundo um porta-voz da plataforma.