Tag: indústria farmacêutica

  • BNDES aprova R$ 500 milhões para Eurofarma desenvolver medicamentos inéditos no país

    BNDES aprova R$ 500 milhões para Eurofarma desenvolver medicamentos inéditos no país

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 500 milhões para a Eurofarma Laboratórios S.A investir no seu plano de pesquisa, desenvolvimento e inovação por meio do Eurolab, centro de pesquisa da empresa em Itapevi (SP).

    Com financiamento por meio do Programa BNDES Mais Inovação, a empresa deve avançar em sua jornada de inovação com o desenvolvimento de cerca de duas centenas de projetos focados em inovação radical, incremental e, também, na chegada de novos genéricos e biossimilares no mercado brasileiro.

    O Plano de P&D da Eurofarma contempla o desenvolvimento de 60 projetos exclusivos, a entre melhorias incrementais e medicamentos novos. Detentora do maior centro de pesquisa instalado na América Latina, a empresa conta com mais de 750 pesquisadores e uma plataforma comercial que abrange toda a América Latina, mantendo operação própria em mais de 22 países. O objetivo da companhia ao impulsionar os projetos de inovação é se manter na liderança em produtos novos e medicamento vendidos sob prescrição no país.

    Com o desenvolvimento de novos medicamentos, a Eurofarma contribuirá com a ampliação da oferta de medicamentos no mercado privado e que atendam demandas do Sistema Único de Saúde (SUS). A empresa atua em todos os principais segmentos farmacêuticos e tem disponibilizado no mercado nacional mais de 20 produtos novos ao ano. Com forte presença em sistema nervoso central, antibióticos e produtos para a saúde da mulher, a empresa pretende ampliar seu portfólio em tratamentos para dor, diabetes, sistema circulatório e cardiovascular, entre outros.

    “O apoio do BNDES acelera a produção de novos medicamentos e tratamentos no país, ampliando o acesso da população à saúde, principalmente a atendida pelo SUS, que incorpora novas tecnologias. Sem negacionismo na ciência, o governo do presidente Lula estimula a pesquisa e o desenvolvimento, contribuindo também para fortalecer a indústria nacional e reduzir o histórico déficit da balança comercial nesse setor”, afirmou o presidente da instituição, Aloizio Mercadante.

    Apoio ao setor

    Até meados de julho de 2024, as aprovações de crédito do BNDES para a indústria farmacêutica brasileira já alcançaram R$ 2 bilhões, maior valor desde 1995. Os valores aprovados em 2024 são 32% superiores a todo o ano de 2023 (R$ 1,4 bilhão) e correspondem a 16% do total de 30 anos de apoio do BNDES ao segmento.

    Segundo o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do Banco, José Luís Gordon, o apoio às farmacêuticas está alinhado à Nova Indústria Brasil, que tem como finalidade incentivar a retomada dos investimentos em iniciativas inovadoras. “A nova política industrial leva em conta os principais desafios do SUS e atua para reduzir as vulnerabilidades produtivas e tecnológicas, ampliando o acesso da população à saúde. Essa é uma das prioridade do Plano Mais Produção”, explicou ele.

    Com o apoio do Banco, as indústrias estão desenvolvendo novos medicamentos, novas associações farmacêuticas (que facilitam a absorção e a administração), vacinas, montagem de centros de pesquisa e desenvolvimento e adquirindo máquinas e equipamentos.

  • Com R$ 2 bilhões em 2024, apoio do BNDES à indústria farmacêutica é recorde

    Com R$ 2 bilhões em 2024, apoio do BNDES à indústria farmacêutica é recorde

    Até meados de julho de 2024, as aprovações de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para as indústrias farmoquímica e farmacêutica brasileiras alcançaram R$ 2 bilhões, maior valor desde 1995.

    Os valores aprovados em 2024 são 32% superiores a todo o ano de 2023 (R$ 1,4 bilhão) e correspondem a 16% do total de 30 anos de apoio do BNDES ao segmento.

    Com o apoio do banco, as indústrias estão desenvolvendo novos medicamentos, novas associações farmacêuticas (que facilitam a absorção e a administração), vacinas, montagem de centros de pesquisa e desenvolvimento e adquirindo máquinas e equipamentos.

    “Este país voltou a investir em setores estratégicos com o governo do presidente Lula e o BNDES é um importante parceiro da inovação. A pandemia mostrou ao mundo a importância do desenvolvimento de tecnologias para a produção de novos medicamentos e de vacinas como ferramentas de saúde pública”, disse o presidente da instituição, Aloizio Mercadante.

    O apoio do banco para o setor ganhou força com o início da operação do Programa BNDES Mais Inovação, em setembro de 2023, explica o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior, José Luís Gordon. “A existência de recursos com custo adequado para fazer frente aos riscos envolvidos na inovação tem sido um fator relevante para estimular os investimentos. As empresas do setor farmacêutico estão buscando inovar no país, com tecnologia de ponta para colocar o Brasil em uma situação de destaque no cenário mundial”, argumentou.

  • Laboratórios nacionais dominam 72% do mercado farmacêutico nacional, em unidades

    Laboratórios nacionais dominam 72% do mercado farmacêutico nacional, em unidades

    A participação de indústrias farmacêuticas nacionais no mercado farmacêutico brasileiro apresentou crescimento constante desde 2002 em comparação com empresas multinacionais. Essa evolução ocorre devido a vendas de medicamentos genéricos, ao incentivo à produção local, políticas públicas adequadas, e também à inovação e tecnologia que propiciam a realização de pesquisas no Brasil.

     

    De acordo com indicadores da IQVIA/ALANAC, laboratórios de capital nacional participam de 72% do mercado farmacêutico brasileiro, em unidades. De 2002 a 2024, essa evolução em valores aumentou em mais de 63%. Dados ainda revelam que entre as top 20 do mercado de varejo em unidades,13 são laboratórios nacionais.

     

    As causas para esse crescimento são investimento em pesquisas, desenvolvimento e inovação no Brasil. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa de Inovação Semestral aponta que 67% dos investimentos foram realizados pelas indústrias farmacêuticas e 72% pelas indústrias farmoquímicas.

     

    Após a instauração da Lei dos Genéricos, em 1999, a participação das empresas nacionais no mercado vem crescendo exponencialmente. Dados demonstram que a participação antes dos medicamentos genéricos equivalia a cerca de 25%, enquanto em 2024, a participação, em unidades, é de mais de 72%. Esses impactos positivos refletem diretamente nos pacientes, já que além de serem equivalentes em qualidade, eficácia e segurança, por lei são 35% mais baratos que os medicamentos de referência.

     

    Com o incentivo de novas políticas públicas por parte do Governo Federal, a tendência é que esses dados da indústria farmacêutica nacional aumentem e afetem positivamente o acesso da população aos medicamentos e também a economia, o desenvolvimento tecnológico e o índice de empregos do Brasil.

  • Open health: quais os benefícios do compartilhamento de dados para a indústria farmacêutica?

    Open health: quais os benefícios do compartilhamento de dados para a indústria farmacêutica?

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) revelou que a integração dos dados para o avanço do modelo Open Health no Brasil deve acontecer até 2028. O conceito envolve o compartilhamento de dados para obter benefícios em serviços e produtos. Na indústria farmacêutica, por sua vez, as dificuldades de volume, localização, padronização e regulamentação de documentos, além da necessidade de adequação às exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), são alguns dos obstáculos enfrentados.

     

    A fabricação de medicamentos seria amplamente beneficiada com o Open Health, possibilitando impactos positivos em diversas etapas: desde a escolha das matérias-primas, até a distribuição do produto. A qualidade dos produtos farmacêuticos não depende apenas da indústria que os produz, mas também dos seus fornecedores de insumos, de registros adequados e de métricas de qualidade bem definidas entre todas as partes, processo burocrático, que exige alta concentração de esforço operacional. O Open Health atua como solução para estas dores.
    Confira abaixo os 5 principais benefícios da utilização do conceito, apontados pelo CEO da SoftExpert Brasil:

     

    Redução de custo de desenvolvimento, testes e pesquisa de novos produtos:

    Ao compartilhar dados e investir em transformação digital, o processo de desenvolver, testar e fazer pesquisa de novos produtos se torna mais barato, uma vez que muitas das informações necessárias para as áreas já estarão devidamente reunidas e organizadas em nuvem.

     

    Rapidez e efetividade em novos produtos:

    Nesse caso, os dados também contribuem com a efetividade dos novos produtos, uma vez que o conhecimento do cliente e das necessidades do consumidor é maior partindo do ponto de um banco de dados extenso e automatizado.

     

    Dados assertivos e atendimento às necessidades dos clientes:

    Consequentemente, a indústria adquire mais facilidade de atendimento às necessidades dos clientes, sejam elas estéticas ou de saúde no caso da fabricação de medicamentos. Além da informação das preferências dos consumidores a respeito de produtos já existentes, o open health também facilita a pesquisa e a análise de dados de novos produtos.

     

    Acompanhamento da efetividade dos medicamentos:

    Por ser um processo com múltiplas etapas e agentes envolvidos, a fabricação de medicamentos envolve o trâmite de muitas informações. Com transformação digital, automatização de processos e open health, o acompanhamento da efetividade dos medicamentos pode ser feito via sistema, por etapa e facilitando sua progressão para a próxima.
    Monitoramento de perfis de consumo e controle das necessidades de produção:

    Por meio de tecnologia em nuvem e sistemas de gestão, é possível trabalhar com informações, dados e documentos controlados e padronizados. Dessa forma, o controle das necessidades de produção se torna mais assertivo, assim como o mapeamento dos perfis de consumo.
    Solução da SoftExpert auxilia no processo de farmacovigilância

     

    Após a fabricação dos medicamentos, entra em vigor a farmacovigilância – identificação, avaliação, monitoramento e prevenção de efeitos adversos ou qualquer problema relacionado ao uso de medicamentos. Por ser baseada em otimização de processos e conformidade, a solução da SoftExpert além de auxiliar no processo de produção dos medicamentos simplificando a gestão de toda a documentação e regulamentação necessária, ajuda as indústrias farmacêuticas a garantirem a segurança dos medicamentos e transparência com as autoridades reguladores como a ANVISA, FDA e a EMA.