Tag: cinema

  • Adolescentes vivem a magia do cinema no Cine Embarcação, em Pitimbu

    Adolescentes vivem a magia do cinema no Cine Embarcação, em Pitimbu

    Luz, câmera e sala de aula. Nos dias 19 e 20 de agosto, 25 alunos da Escola Leonor Freire Tavares, em Pitimbu, participaram de uma oficina gratuita de atuação no Centro de Aprendizagem Criativa de Acaú.

    A atividade fez parte do Cine Embarcação, uma iniciativa que acontece com apoio da Prefeitura de Pitimbu e do Governo da Paraíba, realizada por Lori Queiroz e Jardins Produções e contemplada pela Lei Paulo Gustavo.

    Ministradas por Thayza Rodrigues, professora e atriz, e Lori Queiroz, fotógrafa e produtora cultural, as atividade combinaram teoria e prática e abordaram temas, com atuação para cinema, noções de produção, manipulação de equipamentos, funções profissionais da área, noções de fotografia e direção de arte. Na parte prática, os alunos tiveram a oportunidade de simular um set de filmagem, revesando as funções de atuar, dirigir, com som, luz, continuista, claquete, câmera, entre outros. “Foram dois dias de muita troca de aprendizagem. Essa geração vem com uma boa bagagem como expectadores de filmes e séries. Nos surpreendeu o fato de muitos estarem acompanhando doramas, então aproveitamos para analisar roteiros e cenas, além de estudar sobre planos de filmagem e atuação”, avaliou Lori Queiroz.

    Com idade entre 12 e 14 anos, os estudantes mostraram entusiasmo, especialmente na parte prática que, aliada ao conhecimento técnico, proporcionou um aprendizado significativo, mostrando que a criatividade e a educação são ferramentas poderosas para transformar vidas. “Ficamos muito felizes com o relato que aquele seria o primeiro certificado da vida deles “, comemorou Lori.

    Mais festival

    A programação do Cine Embarcação continua nos dias 13 e 14 de setembro, com mostra de filmes de realizadores paraibanos; roda de conversa e premiação do melhor filme da noite. Os curadores da mostra são João Paulo Lima, fotógrafo e co-produtor do festival, e Ana Célia Gomes, cineasta.

    O encerramento será com duas bandas regionais: Banda Vibe de Matuto e Banda Coco de Engenho.

    Todas as atividades são gratuitas. Para mais informações, acesse o Instagram do projeto @cineembarcacao .

  • Projeto da AeC leva colaboradora e amigos para sessão de cinema especial

    Projeto da AeC leva colaboradora e amigos para sessão de cinema especial

    No próximo dia 16 de agosto, às 15h20, o Cinesystem do Partage Arapiraca Shopping será palco de um momento especial para Elizama de Souza Silva e seus amigos Eduardo, Ingridy, Jamile e Josefa. Colaboradora da AeC há quase seis anos, Elizama, que também cursa o oitavo período de Letras na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), inscreveu-se no projeto “AeC Sonha com Você 2024” com um desejo simples, mas significativo: proporcionar a seus amigos a experiência de ir ao cinema pela primeira vez.

    “É um sonho que carrego comigo. Meus amigos nunca tiveram a oportunidade de ir ao cinema, e isso me toca profundamente”, compartilha Elizama. “Eles são de cidades do interior e dependem dos pais. Espero que essa experiência seja inesquecível para todos nós.”

    Graças ao projeto da AeC, esse sonho se tornará realidade. A empresa, que tem uma forte presença em Arapiraca desde 2015, organizou uma sessão especial do filme “É assim que acaba”. Além do transporte dedicado, os amigos serão presenteados com kits de cinema personalizados e um cartão pré-pago para desfrutar de pipoca, refrigerante e balde temático, garantindo a experiência completa.

    O projeto “AeC Sonha com Você”, ativo desde 2014, já realizou os sonhos de 161 funcionários em todo o Brasil. A iniciativa é aberta a todos os colaboradores da empresa de contact center, que conta com mais de 55 mil funcionários em 18 unidades espalhadas por sete estados. Em Arapiraca, a unidade da AeC no bairro de Santa Edwiges emprega atualmente 5,5 mil colaboradores, consolidando-se como uma importante geradora de empregos na região.

    A história de Elizama e seus amigos é um exemplo inspirador de como pequenos gestos podem ter um grande impacto, proporcionando momentos de alegria e novas experiências para aqueles ao nosso redor.

  • Gravado em Campina Grande, filme celebra a poesia de Ronaldo Cunha Lima

    Gravado em Campina Grande, filme celebra a poesia de Ronaldo Cunha Lima

    Um dos nomes mais emblemáticos da política e da poesia paraibana estará nas telas de cinema, em breve. Está em fase de pré-produção o curta “Habeas Pinho”, trazendo à vida uma história marcante da década de 60, em Campina Grande, baseada no poema homônimo de Ronaldo Cunha Lima. A filha de Ronaldo, Gal Cunha Lima, lidera o projeto como produtora executiva em uma emocionante homenagem ao legado de seu pai.

    O filme, que há anos era um sonho acalentado por Gal Cunha Lima, finalmente sai do papel, destacando não apenas a genialidade poética de Ronaldo Cunha Lima, mas também sua sensibilidade humana e compromisso social. “Essa talvez seja a poesia mais conhecida dele. Um seresteiro teve seu violão confiscado em Campina Grande, e Ronaldo, recém-formado em Direito, enfrenta o desafio de redigir uma petição em forma de poesia para recuperar o instrumento de trabalho do músico A petição/poesia é justamente ‘Habeas Pinho’”, conta.

    Para Gal, este momento é de imensa importância, não apenas como uma realização pessoal, mas como uma forma de honrar o legado de seu pai. “Como homem público, Ronaldo foi poeta, político, advogado e um grande humanista, que dedicou sua vida a servir e fazer o bem sem olhar a quem, daí a importância desse filme”, destaca Gal.

    A produção conta com um elenco e equipe técnica predominantemente paraibanos, como uma forma de prestigiar e destacar o talento local. “Faço a produção executiva, juntamente com Valério Lima, que esteva em grandes produções, como os recentes ‘Cangaço Novo’ e ‘Maria Bonita’, o ator Lucas Veloso, confirmado para interpretar Ronaldo, enquanto outros nomes renomados estão em processo de confirmação”, adianta.

    Dirigido por Nathan Cirino e Aluízio Guimarães, ambos campinenses, o roteiro de “Habeas Pinho” foi cuidadosamente concebido com a colaboração de Gal, que trouxe informações valiosas sobre seu pai para enriquecer a narrativa. “Foi um processo bem delicado, pois não é fácil falar de um pai, ainda mais público, mas eles conseguiram fazer um lindo roteiro”, destaca. O diretor de Fotografia é João Carlos Beltrão, um dos mais prestigiados do meio audiovisual paraibano na função.

    Cronograma

    Com captação por meio da Lei Rouanet, as gravações estão programadas para começar em julho deste ano, marcando o início de uma jornada emocionante para todos os envolvidos. “Confesso que dá aquele frio na barriga, natural de quem se arrisca, se lança. Sempre tive esse sonho e ele está se realizando, esse curta-metragem é o passo para o longa no qual quero contar a história de um homem ímpar, que deixou um grande legado de amor, honestidade e solidariedade. Deixou suas poesias para a eternidade, seu sorriso largo, memória privilegiada e seus ‘causos’, histórias de vida, dores e vitórias”, complementa.

  • Anne Galvão “É importante que haja contextos que representem a negritude também atrás da tela, pensando o cinema”

    Anne Galvão “É importante que haja contextos que representem a negritude também atrás da tela, pensando o cinema”

    A representatividade e a inclusão têm atravessado barreiras e a cada dia ganham espaço como temas centrais no cenário audiovisual contemporâneo. À medida que o setor busca ampliar as vozes e perspectivas retratadas nas telas, profissionais como Anne Galvão, emergem como agentes de mudança. Como jornalista e consultora de diversidade, Anne tem desempenhado um papel importante na promoção da presença do negro tanto na frente quanto por trás das câmeras. Suas contribuições foram especialmente evidentes durante as oficinas “O Preto DA Tela & o Preto NA Tela”, realizadas no Cine das Almas e Cine Paraíso, em Itabaiana e Juripiranga, respectivamente, durante a Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba Fernando Teixeira.

    Anne explora nos seus debates não apenas a importância de ver pessoas negras representadas de forma autêntica nas telas, mas também a necessidade de incluí-las em todas as etapas da produção cinematográfica.

    Confira a entrevista exclusiva ao Portal Paraíba Total abaixo:

    Como foi sua participação na Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba Fernando Teixeira com a oficina “O Preto DA Tela & o Preto NA Tela”?

    As oficinas foram uma introdução sobre como as pessoas negras têm sido representadas na mídia em geral, desde o jornal, pinturas e TV, até especialmente no cinema, em parceria com a Carine Fiúza que é uma pesquisadora paraibana. A partir dessa questão midiática, política e cultural, abordamos esse tema mostrando como a pessoa negra está relacionada a esse passado de escravidão e lugar de servidão nos papéis em novelas. Teve uma grande transição no Brasil quando Taís Araújo fez uma protagonista de novela, porque antes na maior parte dos papéis a mulher era empregada e o homem estava no lugar do bandido. Exploramos como é importante que não só haja personagens em outros contextos que realmente representam a negritude, mas também das pessoas negras atrás da tela, pensando o cinema como diretores, diretores de arte, e outros. Mas é impossível falar sobre a pessoa negra sem falar sobre escravidão, mas também sobre a herança negra, como o império egípcio e conseguir descolonizar a própria mente.

    Qual a sua análise sobre a representatividade negra no cinema Paraibano?

    O cinema paraibano foi um grande revolucionário com o filme Aruanda de Linduarte Noronha, foi o primeiro filme do movimento do Cinema Novo no Brasil que falava mais sobre a realidade, é quase um documentário. Fala sobre a vida de uma família que é que quilombola e vai em busca de um lugar com água para conseguir se desenvolver, essa é uma referência muito importante. No festival vimos filmes lindíssimos, inclusive partes de “Preciso Falar do Além-Mar” de Carine Fiúza. Com esse festival, os produtores e as mudanças com as pessoas negras e políticas públicas de cultura que tem incentivo e mais oportunidades.

    Você mencionou a importância de pessoas negras estarem não apenas na tela, mas também por trás das câmeras, como diretores e diretores de arte. Como podemos aumentar a representatividade nos bastidores da indústria cinematográfica?

    O cinema sempre foi sinônimo de poder. Não basta termos personagens negros que fogem aos estereótipos, se ainda assim são criados por mentes que enxergam o mundo de uma só forma. Diretores, produtores de arte, roteiristas… Todas as posições que definem que história vão contar e que rumo vão tomar são constituídas por pessoas, que fazem parte de uma cultura, com um repertório visual, imaginário e coletivo. A maior parte do cinema produzido até hoje foi criado a partir do olhar do homem branco para o mundo. Para conhecermos novas possibilidades de narrativas, personalidades e formas é preciso que quem esteja contando essas histórias tenham muito mais que migalhas desse espaço dentro da indústria que investe em grandes produções e movimenta renda para os artistas. No momento não vejo outra possibilidade para equilibrarmos esse cenário que não envolva políticas públicas inclusivas para mulheres, pessoas negras, indígenas, amarelas, com deficiência e por aí vai.

    Em sua palestra, você abordou a necessidade de descolonizar a mente para criar novas imagens da pessoa negra. Poderia explicar mais sobre esse conceito e como ele se relaciona com a produção audiovisual?

    Para que fosse bem-sucedido o sequestro de quase 5 milhões de pessoas negras trazidas de África para trabalharem escravizados no Brasil e todo o processo de colonização de seus costumes, utilizou-se uma estratégia de desumanização de negros sob diversos argumentos comprovadamente falsos. Antes de embarcarem no navio negreiro, se misturavam pessoas de regiões com línguas diferentes e davam novos nomes para cada um, iniciando um processo de apagamento de identidades e histórias daqueles indivíduos. Depois de tanta dor causada a esse povo e seus descendentes, é um dever moral abrir espaço na mídia para que as pessoas negras tenham consciência de seu passado recente e antigo também, considerando milênios de sabedorias e riquezas, que até hoje deixam historiadores intrigados, como as heranças egípcias. A partir de uma libertação mental do que foi violentamente imposto como belo, certo e justo, mais pessoas negras acessam o orgulho de suas características e antepassados, representando e sendo representados conforme o que puderam resgatar de sua memória coletiva, ajudando assim na sua autoestima e potência ilimitada, especialmente de crianças e jovens negros.

    Quais são os principais desafios que você enfrenta como consultora de diversidade e inclusão, especialmente no setor audiovisual?

    Por conta de décadas de políticas públicas de inclusão, contamos com um contingente de pessoas que antes não teriam acesso à universidade e ao mercado de trabalho, hoje atuantes para se sentirem pertencentes e contempladas nas organizações por onde passam. Isso impacta diretamente no comodismo da homogeneidade desses espaços – eu mesma sou cria do ProUni com bolsa de 100% para cursar jornalismo. O maior desafio da área de diversidade é garantir a dignidade integral de quem propõe novas soluções, gerando fazeres mais diversos e enriquecidos em uma organização. Esse trabalho é uma caminhada a passos lentos e firmes, pois frequentemente esbarra em relações de poder que resistem a mudar de comportamento e demandam a mediação de conflitos frente a situações de discriminação. Essa é a parte mais delicada do trabalho, mas utilizo metodologias bastante eficientes com base na justiça restaurativa para dar encaminhamento quando é preciso. Essa realidade é presente em qualquer agrupamento de pessoas trabalhando juntas, e no audiovisual não é diferente.

    Em sua experiência, como as organizações podem promover uma cultura mais inclusiva e diversificada, especialmente no contexto do cinema e do audiovisual?

    Em primeiro lugar é preciso ter, no mínimo, uma pessoa contratada exclusivamente para cuidar disso, que ganhe um salário para desenvolver esse trabalho, ao invés de diluir essa responsabilidade de forma voluntária entre toda a equipe, sendo que sabemos bem que esse ambiente de trabalho é corrido e cada pessoa está focada na sua função. É necessário haver uma Política de Diversidade e Inclusão que seja levada a sério e um profissional de referência para garantir o cuidado relacionado a pertencimento e respeito nas relações entre equipe durante a produção, além de contribuir com decisões que podem ser polêmicas nos bastidores da produção ou na narrativa proposta pelo filme, e que podem até impedir o maior potencial de sucesso da obra por conta de detalhes que foram subestimados inicialmente.

    Como você acredita que sua jornada pode inspirar as pessoas?

    Começa pelo fato de a minha jornada inspirar a mim mesma. Quando eu era adolescente, seria incapaz de imaginar o quão longe eu poderia estar hoje da vulnerabilidade social em que nasci e cresci enquanto filha de mãe negra e solo. Superei a fome, abusos sexuais, depressão, lesbofobia, racismo, desemprego, misoginia, solidão, entre outras dificuldades, para aos poucos e do meu jeito ir conquistando o meu espaço, a partir das minhas próprias ideias e fazeres, sem aceitar goela abaixo o que me é imposto pela estrutura dominante pelo simples fato de ser uma mulher racializada. Renunciar o papel criado pela sociedade para mim não é fácil, pelo contrário, pois se decolonizar e reeducar frente a tantas opressões gera muitos conflitos internos, mas mais difícil ainda seria viver uma vida vazia de sentido.

    Anne Galvão

    Promove a inclusão a partir da sua jornada na comunicação de causas, abrindo caminhos ao ser observadora e propositiva como mulher, negra, lésbica, oriunda da periferia e da migração nordestina, filha de mãe solo e a primeira pessoa da sua família a se formar na universidade.

  • Sexta edição do Cine Paraíso começa em Juripiranga

    Sexta edição do Cine Paraíso começa em Juripiranga

    A Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba Fernando Teixeira continua sua jornada vibrante com a sexta edição do Cine Paraíso, em Juripiranga. Após uma despedida emocionante em Itabaiana, o festival trouxe um dia repleto de atividades cinematográficas e culturais, mantendo viva a paixão pelo cinema e pela arte local.
    A programação começou com a abertura da exposição “Cem Pilum” de Feliciano Lana e, e a exibição do curta-metragem de animação de Thiago Morais, inspirada nas obras do artista da etnia Dessana. A homenagem a Fernando Teixeira, nome que inspira o evento, revisitou a importância de celebrar e preservar a rica herança audiovisual paraibana.
    João Paulo Lima, organizador do Cine Paraíso, destacou a emoção da presença de Fernando Teixeira no evento e o sucesso de público da abertura do festival. “Fizemos a exibição do filme Capitão Astúcia [estrelado por Teixeira] e foi um grande sucesso, o público adorou o filme. Além disso, tivemos a honra de premiar nosso convidado ilustre com um troféu como homenageado”, destaca.
    Outros destaques do segundo dia foram a abertura das exposições de filmes, sediada no ginásio da escola Salvino João Pereira e as Mostras Panorama (nacional) e Parahyba, além da Mostra Fruto Proibido com filmes temáticos.
    A programação também incluiu um debate esclarecedor sobre a representatividade negra no cinema, conduzido por Anne Galvão e Carine Fiúza, no Salão Paroquial. Além disso, a noite foi abrilhantada com a exibição dos filmes selecionados, proporcionando momentos de reflexão e entretenimento para todos os presentes.
    O Cine Paraíso está apenas começando, e ainda reserva muitas surpresas e descobertas para os apreciadores  do cinema. “Quero reforçar o convite para esta sexta-feira, 15, e sábado, 16, a partir das 18h30, para dar continuidade às sessões com as mostras e vivenciar conosco nosso lindo festival de cinema”, completa João Paulo Lima.

    Confira a programação do segundo dia, 15 de março:

    MANHÃ – ESCOLAS MOSTRA INFANTO JUVENIL – Exibições nas Escolas
    A Revolução Felina, de Victor Viana. AL, 8min, ficção/animação, 2022, livre
    Além das Pipas, de Thiago Oliveira. SP, 6min, ficção, 2023, livre
    Aurora – A Rua que queria ser um rio, de Radhi Meron. SP, 10min, animação, 2021, livre
    Bonita de Rosto, de Ana Squilant. SP, 19min, ficção, 2023, livre
    Dakobo, de Felipe dos Santos. PE, 10min, 2023, livre
    Diafragma, de Robson Cavalcante. AL, 10min, animação, livre
    Kwat e Jaí – Os bebês heróis do Xingu, de Clarice Cardell. MT, 20min, animação, 2022, livre
    Menina Semente, de Tulio Beat. PE, 10min, ficção, livre
    Trabalho de Geografia, de Leonardo Oliveira. RJ, 22min, ficção, 2023, livre
    Debate
    14h – 16h – A pessoa preta NA tela com Anne Galvão e Carine Fiúza
    LOCAL: Salão paroquial
    18h30 – Exibição dos filmes
    Local: Ginásio da escola Salvino João Pereira
    Mostra panorama nacional
    Senhor da Terra, 13’ , de Coletivo Ficcionalizar – Pernambuco
    A edição do Nordeste, 20’, de Pedro Fiúza – Rio Grande do Norte
    A chuva do Caju, 20’, de Alan Schvarsberg – Goiás
    Ética na Floresta, 18’, de Neto Cannito – Rio Grande do Sul
    Mostra Parahyba
    Outras Belezas: A Beleza da Negritude, 20’51”, de Marília Faustino – Caiana dos Matias – PB
    O Orgulho não é Junino, 20′ de Dimas Carvalho. Campina Grande – PB
    Era uma noite de São João, 11′, de Bruna Velden – João Pessoa – PB
    Brasiliana, de Sebastião Formiga, 12’37” João Pessoa – PB
    Ladrario, 18’, de Ed Junior – Catolé do Rocha – PB
    Fruto proibido
    Boy Cam, 20’, de Rodrigo Sena, Arlindo Bezerra e Ernani Silveira – Rio Grande do Norte
    Rasga Mortalha, 16’, de Thiago Martins de Melo – Maranhão
  • Exposição e exibição na praça são destaque na abertura do Cine das Almas, em Itabaiana

    Exposição e exibição na praça são destaque na abertura do Cine das Almas, em Itabaiana

    A Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba, Fernando Teixeira, começou nesta segunda-feira, 11, com o Cine das Almas, em Itabaiana. O destaque inicial do evento é a exposição itinerante “Cem Pilum — a história do dilúvio” do renomado artista Feliciano Pimentel Lana, da etnia Dessana. A exposição, que permanecerá em Itabaiana por três dias antes de seguir para Juripiranga, onde acontece o Festival Paraíso até o dia 16.

    O festival aconteceu no campus do IFPB, de Itabaiana, e contou com abertura de Henrique Nóbrega, diretor geral da instituição. “Para nós, é uma honra muito grande estarmos juntos neste momento, com a presença dos alunos e do corpo docente, prestigiando e valorizando a arte”, disse Henrique.

    Durante esse mergulho na rica cosmologia a região do Alto Rio Negro, Amazonas, os visitantes conhecerão narrativas mitológicas do povo Dessana. Thiago Morais, produtor audiovisual responsável pela animação inspirada nas telas de Feliciano Lana, destacou a importância de trazer um pedaço da Amazônia para o Nordeste, fortalecendo os laços culturais e inspirando o resgate de histórias locais. “A exposição está abrindo o festival, trazendo nossa cultura e sonoridade. Espero que esse mergulho motive os participantes a resgatar as histórias do seu povo e sua ancestralidade”, destacou.

    A noite

    Na parte da noite, a segunda-feira foi repleta de novidade. Com direito a tapete vermelho, a praça da cidade virou cinema a céu aberto. Pessoas de todas as idades prestigiaram as exibições, gratuitas, e aplaudiram a iniciativa. Junto ao público, alguns produtores, diretores e atores das três mostras exibidas: mostra Acunhe, com filmes nacionais, mostra Oxe, de paraibanos e das Almas, com filmes de terror. Autoridades locais também estiveram presentes. “Esta é uma grande oportunidade de valorizar o cinema. Temos que lembrar que somos a terra de um grande cineasta, Vladimir Carvalho. Então, não podemos deixar essa arte morrer”, disse o prefeito de Itabaiana, Lúcio Flávio.

    A semana do Audiovisual continua com o Cine das Almas em Itabaiana até o dia 13 de março. De 14 a 16 de março o evento acontecerá em Juripiranga com o Cine Paraíso. Toda a programação de filmes, exposições, debates e oficinas é gratuita.

    Confira a programação desta terça-feira, 12 de março:

    Debate
    14h — 16h — A PESSOA PRETA NA TELA COM ANNE GALVÃO E CARINE FIÚZA
    LOCAL: SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO — RUA ALTO PROFESSOR MACIEL, S/N — CENTRO

    16h — SESSÃO ESPECIAL PARA AS ESCOLAS DO MUNICÍPIO

    HOMENAGEM “FERNANDO TEIXERA”
    FILME: CAPITÃO ASTÚCIA — FILIPE GONTIJO
    LOCAL: PRAÇA EPITÁCIO PESSOA

    TARDE — ESCOLAS

    MOSTRA SACI — Exibições nas Escolas

    Além das Pipas, de Thiago Oliveira. SP, 6min, ficção, 2023, livre

    Aurora — A Rua que queria ser um rio, de Radhi Meron. SP, 10min, animação, 2021, livre

    Dakobo, de Felipe dos Santos. PE, 10min, 2023, livre

    Diafragma, de Robson Cavalcante. AL, 10min, animação, livre

    Era uma noite de São João, de Bruna Velden. PB, 11min, animação, 2022, livre.

    Menina Semente, de Tulio Beat. PE, 10min, ficção, livre

    19h — EXIBIÇÕES DOS FILMES

    LOCAL: PRAÇA EPITÁCIO PESSOA

    MOSTRA ACUNHE — NACIONAL

    Pequeno Dicionário do Erê 10’ — BH

    Pequeno Dicionário do Erê de Anderson Lima. Belo Horizonte — MG.

    Álbum de Família — Carta 1 – 11’ -PI·

    Álbum de Família — Carta 1 de Milena Rocha. Teresina — PI

    Caboclo Urbano 13’ — PE

    Caboclo Urbano de Jota Carmo. Recife — PE

    O Prazer é todo meu 18’ -SC

    O Prazer de todo meu de Vanessa Sandré. Florianópolis — SC

    MOSTRA OXE — PARAIBANA

    Nem todas as manhãs são iguais 18′

    Nem todas as manhãs são iguais, de Fabi Melo. Campina Grande, 18min, ficção, 2022, livre.

    Ao redor de casa 18′

    Ao redor de casa, de Mailsa Passos e Virgínia de Oliveira Silva. Remígio, 18 anos.

    O orgulho não é junina 20′

    O Orgulho não é Junino, de Dimas Carvalho. Campina Grande, 20min, documentário, 2023, livre.

    A poesia de Jessier Quirino 17’

    A Poesia de Jessier Quirino de Hipólito Lucena. Itabaiana, 17min, documentário, livre.’

    Mostra das Almas

    Cicatriz 19’22”

    Cicatriz de Alex Domingues. Canoas, 19’

    Até que ponto 20’58”

    Até que ponto de Ricardo Soares. Rio de Janeiro, 20’

    De um outro lugar 10’43

    De um outro lugar de Pedro Amaral. Santa Maria, 10

  • Exposição de Feliciano Pimentel Lana é destaque na Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba

    Exposição de Feliciano Pimentel Lana é destaque na Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba

    A Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba Fernando Teixeira, que ocorre de 11 a 16 de março em Itabaiana e Juripiranga, promete transportar a magia do cinema para o interior do Nordeste. Além dessa celebração cinematográfica, a semana reserva uma experiência única com a exposição itinerante “Cem Pilum — a História do Dilúvio” do renomado artista Feliciano Pimentel Lana.

    Nascido em 1937 na aldeia de São João Batista, Rio Tiqué, distrito de Pari Cachoeira, o artista, do povo Dessana, deixou um legado artístico que agora alcança novos espaços. A exposição se destaca entre as atividades que compõem a programação, juntamente com mostras de filmes, oficinas, debates e sessões ao ar livre, todos gratuitos e abertos ao público.

    A narrativa mitológica envolvente desenhada por Lana conduz o expectador a um tempo antigo, onde Cem Pilum, o pássaro, descumpre a ordem do Deus Criador. Essa história revela a origem do dilúvio, provocado pelo descontentamento divino, uma vez que o pássaro deveria fazer a água do mundo inteiro subir até o nível das matas, numa missão para extinguir animais ferozes da Terra. Porém, Cem Pilum deixou a água ultrapassar o limite definido, e, por isso, foi morto.

    Destaque no evento, a coleção de Lana retrata a cosmologia do povo Dessana da região do Alto Rio Negro, Amazonas. Adquirida pelo Museu Amazônico da Universidade Federal do Amazonas (MA/UFMA) em 1996. A produção artística de Feliciano Lana foi viabilizada pelo apoio do padre salesiano Casimiro Beksta, a partir de 1967. O indígena contribuiu nas pesquisas sobre mitologia, recebendo materiais para desenho e pintura, o que resultou na criação de cerca de 300 obras. O acervo foi adquirido pelo Museu Amazônico em 1996. Além da exposição, por meio de um Projeto de Extensão da UFAM, a produção de um curta-metragem, uma história em quadrinhos e um jogo de memória puderam ser desenvolvidos no ano de 2022.

    Animação

    A animação homônima Cem Pilum – A história do Dilúvio, dirigido por Thiago Morais, é o resgate de uma das histórias contadas pelo líder do povo Dessana Feliciano Lana, fazendo uma homenagem ao artista, que foi vítima da covid 19 e faleceu em 12 de maio de 2020. Narrado por Miguel Lana, o curta-metragem tem sido muito bem recebido festivais mundo afora. Já foi exibido em Paris na sede da UNESCO; no Museu Australiano em Sydney; foi vencedor de melhor trilha sonora no Festival Guarnicê de Cinema (Maranhão); participou do 15° Curta Taquary – PE; Mostra Internacional de Cinema Atlântico – Recife e no Festival de Cinema da Amazônia: Olhar do Norte.

    A exposição itinerante, bem como a animação fazem parte da programação da mostra na Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba Fernando Teixeira, de 11 a 13 em Itabaiana, no IFPB, e de 14 a 16 em Juripiranga, no Salão Paroquial. O Museu Amazônico, por meio desta ação, busca potencializar a circulação dessa coleção, convidando os participantes do evento a mergulharem nas fascinantes narrativas mitológicas do povo Dessana.

  • Fernando Teixeira é homenageado na Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba

    Fernando Teixeira é homenageado na Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba

    Com mais de 60 anos de contribuições às artes cênicas, o renomado ator, dramaturgo e diretor paraibano, Fernando Teixeira, foi escolhido como homenageado na Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba. O evento, resultado da fusão dos festivais Cine das Almas e Cine Paraíso, acontecerá de 11 a 16 de março, nas cidades de Itabaiana e Juripiranga, e promete enriquecer a
     cultura da sétima arte  na região.
    A iniciativa de unir os festivais e criar uma semana dedicada ao audiovisual foi concebida pelos organizadores Edglês Gonçalves e João Paulo Lima, do Cine das Almas e Cine Paraíso, respectivamente.
    Fernando Teixeira, figura essencial na cena cultural paraibana, expressou emoção e gratidão por ser homenageado nesta edição especial, refletindo sobre sua jornada artística. Com humildade, ele compartilha a importância de não se considerar melhor por receber prêmios ou homenagens. “Na caminhada pela vida, a arte nem sempre é fácil, ou gloriosa, mas, em compensação, é uma jornada na qual você é quem determina para onde ir. Olhando pelo retrovisor, vejo além das intempéries, muitas coisas boas e lindas que se realizaram nessa caminhada, e ser homenageado em um projeto importante como a Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba é uma delas”, destaca.
    Escolhido para dar nome ao evento, Fernando destaca que esse reconhecimento é uma confirmação do que ele representa como ator de teatro, de cinema e diretor de teatro. “Estou orgulhoso”, emociona-se.
    A fusão dos festivais é vista pelo homenageado como benéfica, trazendo rejuvenescimento ao projeto. “A quebra de continuidade, principalmente em projetos de longa duração, é bastante importante. É uma grande novidade e certamente trará respostas favoráveis”, acredita.
    Com cerca de mil inscrições, a Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba, Fernando Teixeira, abrange desde filmes nacionais até produções paraibanas. Para Fernando, a ausência de eventos acaba com a discussão circular e distancia novas discussões grupais, isolando o discurso fundamental sobre o cinema. “Os festivais são o ‘éter’ de quem faz cinema. Veja que representatividade tem a sua região e a resposta que é revigorar a estima da cidade e do povo”, acrescenta.

    Trajetória artística inspiradora

    Nascido em Conceição, na Paraíba, em 1942, Fernando Teixeira é considerado um dos nomes mais importantes da arte  paraibana. Sua carreira abrange diversas produções teatrais, destacando-se em peças como “O Auto da Compadecida” e “Papa Rabo”. No cinema, participou de filmes notáveis como “Baixio das Bestas”. Com uma trajetória marcada por prêmios, Teixeira recebeu destaque no Festival Comunicurtas por sua atuação em “O Hóspede”.
    Fundador do Grupo Bigorna, Teixeira moldou a cena teatral paraibana com produções como “Navalha na Carne”. Aos 81 anos, continua ativo, dirigindo e encenando espetáculos, incluindo “Esparrela”. Além disso, em 2013 foi homenageado com o livro “Fernando Peregrino — um perfil biográfico de Fernando Teixeira em 50 anos de palco”, onde Fernando teve sua trajetória retratada pelo dramaturgo Tarcísio Pereira. O professor de teatro da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Everaldo Vasconcelos, assinou o prefácio dessa edição.
    Agradecido pelas homenagens, Fernando Teixeira destaca a importância de suas contribuições refletirem sua vida profissional de teatro, servindo como exemplo e inspiração para as gerações futuras. “Mantenho minha vida ativa, faço musculação, ando com o Negão — que é o meu cachorro —, jogo Paciência, leio mais ou menos e mantenho minha vida profissional de cinema. Viajo, filmo, amo um set e a possibilidade mais razoável para que eu ainda possa ensinar alguma coisa a alguém ou mesmo servir de exemplo é: vejam meus filmes”, conclui.
    Serviço:
    Semana do Audiovisual do Vale do Paraíba Fernando Teixeira
    Cine das Almas/ Itabaiana: de 11 a 13 de março @cine.dasalmas
    Cine Paraíba/ Juripiranga: de 14 a 16 de março @cineparaisofestival
  • Governo da Paraíba repassa recursos de projetos selecionados no Edital de Mostras e Festivais de Cinema

    Governo da Paraíba repassa recursos de projetos selecionados no Edital de Mostras e Festivais de Cinema

    O Governo do Estado repassou, nessa segunda-feira (29), os recursos destinados a cinco dos 14 projetos selecionados no 2º Edital de Mostras e Festivais de Cinema da Paraíba, cuja seleção aconteceu em 2023, mas para execução dos eventos em 2024. A ação é uma parceria da Secretaria de Estado da Cultura da Paraíba (Secult-PB) e da Companhia de Água e Esgoto da Paraíba (Cagepa) e os pagamentos são feitos de forma escalonada, respeitando sempre o mês de início da pré-produção dos respectivos festivais.

    Conforme o calendário de pagamento, foram investidos apenas neste mês de janeiro R$ 200 mil. Além disso, vai haver repasses ainda em fevereiro, em março, em abril e em agosto. Ao término de tudo, serão R$ 600 mil investidos em festivais de 14 municípios diferentes, que mobilizam um número ainda maior de cidades circunvizinhas.

    O objetivo do edital foi selecionar 10 festivais consolidados e quatro estreantes e colaborar financeiramente com as suas realizações. Assim, cada festival consolidado vai receber R$ 50 mil e cada festival estreante vai receber R$ 25 mil.

    No ato de inscrição, os proponentes indicaram em que mês os trabalhos de organização seriam iniciados e é esse o período que estará sendo respeitado para se realizar os respectivos pagamentos.

    Neste mês de janeiro, portanto, foram contemplados o 6º Festissauro de Sousa, o 7º Cineforte – Mostra Audiovisual de Cabedelo e o 8º Curta Coremas na condição de eventos consolidados, além do Curta Catolé e do Aurora – Festival de Cinema Fantástico na condição de eventos estreantes.

    “É papel de uma gestão sensível à cultura investir em eventos que fomentem o audiovisual paraibano. E é isso o que estamos fazendo, ao selecionar festivais que acontecem espalhados por todo o estado, em diferentes municípios paraibanos”, frisou Pedro Santos, secretário de Estado da Cultura da Paraíba.

    Pedro destacou ainda uma série de aprimoramentos que foi realizada pelas equipes técnicas da Secult-PB e da Cagepa para que a segunda edição do Edital de Mostras e Festivais de Cinema da Paraíba fosse desburocratizada, facilitando em muito o processo de pagamento dos valores. “Identificamos entraves pontuais que houve na primeira edição, corrigimos tudo e tornamos o processo muito mais célere. É mais um esforço conjunto que leva respeito aos trabalhadores e às trabalhadoras da cultura da Paraíba”, completou o secretário.

    Pelas regras do edital, todos os festivais contemplados devem ter duração de pelo menos três dias, ao menos uma sessão de longa-metragem ou três curtas-metragens por dia e que ao menos 2/3 da programação seja dedicada a filmes brasileiros, com destaque à produção paraibana.

  • Saiba onde assistir a todos os filmes indicados ao Oscar 2022

    Saiba onde assistir a todos os filmes indicados ao Oscar 2022

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta terça-feira (08) os indicados em 23 categorias do Oscar de 2022, prêmio que será entregue em cerimônia no dia 27 de março.

    O longa Ataque dos Cães lidera a 94ª edição do Oscar com 12 indicações, seguido de Duna (10 indicações), Belfast (7 indicações), Amor, Sublime Amor (7 indicações), King Richard: Criando Campeãs (6 indicações), Drive My Car (4 indicações), Beco do Pesadelo (4 indicações) e Não Olhe Para Cima (4 indicações).

    Segundo especialistas, “Ataque dos Cães” é o favorito ao prêmio principal de melhor filme do ano. O faroeste da diretora neozelandesa Jane Campion (indicada a melhor direção) gira em torno de um rancheiro (Benedict Cumberbatch) que atormenta a nova mulher (Kirsten Dunst) do irmão (Jesse Plemons) e o filho dela (Kodi Smit-McPhee). Os quatro atores foram indicados ao Oscar.

    O curta-metragem do diretor brasileiro Gustavo Milan, “Seiva Bruta” (Under the Heavens), sobre desafios enfrentados por imigrantes venezuelanos no Norte do Brasil, chegou à lista de 15 pré-indicados em sua categoria, mas não ficou entre os cinco indicados.

    Veja abaixo a lista completa de indicados e onde é possível assisti-los no Brasil (cinemas ou plataformas de streaming).

    Melhor Filme

    • “Belfast” (nos cinemas em 10/03)
    • “Ataque dos Cães” (Netflix)
    • “King Richard: Criando Campeãs” (HBO Max, Now, Apple iTunes, Looke, Google Play, Microsoft Store)
    • “Licorice Pizza” (nos cinemas em 17/02)
    • “Duna” (HBO Max, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store e cinemas)
    • “CODA – No Ritmo do Coração” (Prime Video, Google Play, Apple iTunes, Looke)
    • “Não Olhe Para Cima” (Netflix)
    • “Amor, Sublime Amor” (nos cinemas)
    • “Drive My Car” (sem previsão de estreia)
    • “O Beco do Pesadelo” (nos cinemas)

    Melhor Direção

    • Jane Campion — “Ataque dos Cães” (Netflix)
    • Kenneth Branagh — “Belfast” (nos cinemas em 10/03)
    • Paul Thomas Anderson — “Licorice Pizza” (nos cinemas em 17/02)
    • Ryûsuke Hamaguchi — “Drive My Car” (sem previsão de estreia)
    • Steven Spielberg — “Amor, Sublime Amor” (nos cinemas)

    Melhor Ator

    • Will Smith — “King Richard: Criando Campeãs” (HBO Max, Now, Apple iTunes, Looke, Google Play, Microsoft Store)
    • Benedict Cumberbatch — “Ataque dos Cães” (Netflix)
    • Andrew Garfield — “Tick, Tick… Boom!” (Netflix)
    • Denzel Washington — “A Tragédia de Macbeth” (Apple TV Plus)
    • Javier Bardem — “Being the Ricardos” (Prime Video)
    Nicole Kidman e Javier Bardem interpretam Lucille Ball e Desi Arnaz no longa 'Being the Ricardos', conhecido também como 'Apresentando os Ricardos' — Foto: Amazon PRime via BBC
    Nicole Kidman e Javier Bardem interpretam Lucille Ball e Desi Arnaz no longa ‘Being the Ricardos’, conhecido também como ‘Apresentando os Ricardos’ — Foto: Amazon Prime via BBC

    Melhor Atriz

    • Nicole Kidman — “Being the Ricardos” (Prime Video)
    • Jessica Chastain — “Os Olhos de Tammy Faye” (sem previsão de estreia)
    • Olivia Colman — “A Filha Perdida” (Netflix)
    • Penélope Cruz — “Mães Paralelas” (nos cinemas)
    • Kristen Stewart — “Spencer” (nos cinemas)

    Melhor Ator Coadjuvante

    • Kodi Smit-McPhee — “Ataque dos Cães” (Netflix)
    • Troy Kotsur — “CODA – No Ritmo do Coração” (Prime Video, Google Play, Apple iTunes, Looke)
    • Ciarán Hinds — “Belfast” (nos cinemas em 10/03)
    • J.K. Simmons — “Being the Ricardos” (Prime Video)
    • Jesse Plemons — “Ataque dos Cães” (Netflix)

    Melhor Atriz Coadjuvante

    • Ariana DeBose — “Amor, Sublime Amor” (nos cinemas)
    • Kirsten Dunst — “Ataque dos Cães” (Netflix)
    • Aunjanue Ellis — “King Richard: Criando Campeãs” (HBO Max, Now, Apple iTunes, Looke, Google Play, Microsoft Store)
    • Judi Dench — “Belfast” (nos cinemas em 10/03)
    • Jessie Buckley — “A Filha Perdida” (Netflix)

    Melhor Roteiro Adaptado

    • Jane Campion — “Ataque dos Cães” (Netflix)
    • Sian Heder — “CODA – No Ritmo do Coração” (Prime Video, Google Play, Apple TV Plus, Looke)
    • Maggie Gyllenhaal — “A Filha Perdida” (Netflix)
    • Ryûsuke Hamaguchi, Takamasa Oe — “Drive My Car” (sem previsão de estreia)
    • Jon Spaihts, Denis Villeneuve, Eric Roth — “Duna” (HBO Max, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store e cinemas)
    'Licorice Pizza' é o longa mais recente do premiado diretor Paul Thomas Anderson — Foto: Universal via BBC
    ‘Licorice Pizza’ é o longa mais recente do premiado diretor Paul Thomas Anderson — Foto: Universal via BBC

    Melhor Roteiro Original

    • Kenneth Branagh — “Belfast” (nos cinemas em 10/03)
    • Adam McKay — “Não Olhe Para Cima” (Netflix)
    • Paul Thomas Anderson — “Licorice Pizza” (nos cinemas em 17/02)
    • Zach Baylin — “King Richard: Criando Campeãs” (HBO Max, Now, Apple iTunes, Looke, Google Play, Microsoft Store)
    • Eskil Vogt e Joachim Trier — “A Pior Pessoa do Mundo” (sem previsão de estreia)

    Melhor Animação

    • “Encanto” (Disney Plus)
    • “Os Mitchell contra as Máquinas” (Netflix, Google Play, Claro Video, Microsoft Store, Apple iTunes)
    • “Flee – A Fuga” (sem previsão de estreia)
    • “Luca” (Disney Plus)
    • “Raya e o Último Dragão” (Disney Plus)

    Melhor Filme Estrangeiro

    • “Drive My Car” (sem previsão de estreia)
    • “Flee – A Fuga” (sem previsão de estreia)
    • “A Pior Pessoa do Mundo” (sem previsão de estreia)
    • “A Mão de Deus” (Netflix)
    • “Lunana: A Yak in the Classroom” (sem previsão de estreia)
    Denzel Washington interpreta o torturado personagem shakespeariano Macbeth — Foto: Apple TV+
    Denzel Washington interpreta o torturado personagem shakespeariano Macbeth — Foto: Apple TV+

    Melhor Documentário

    • “Summer of Soul” (Telecine Plus)
    • “Flee – A Fuga” (sem previsão de estreia)
    • “Ascension” (sem previsão de estreia)
    • “Attica” (sem previsão de estreia)
    • “Writing with Fire” (sem previsão de estreia)

    Melhor Fotografia

    • “Duna” (HBO Max, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store e cinemas) — Greig Fraser
    • “O Beco do Pesadelo” (nos cinemas) — Dan Laustsen
    • “Ataque dos Cães” (Netflix) — Ari Wegner
    • “A Tragédia de Macbeth” (Apple TV Plus) — Bruno Delbonnel
    • “Amor, Sublime Amor” (nos cinemas) — Janusz Kaminski

    Melhor Design de Produção

    • “Duna” (HBO Max, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store e cinemas) — Patrice Vermette (designer de produção), Zsuzsanna Sipos (decoradora de set)
    • “O Beco do Pesadelo” (nos cinemas) — Tamara Deverell (designer de produção), Shane Vieau (decorador de set)
    • “A Tragédia de Macbeth” (Apple TV Plus) — Stefan Dechant (designer de produção), Nancy Haigh (decoradora de set)
    • “Amor, Sublime Amor” (nos cinemas) — Adam Stockhausen (designer de produção), Rena DeAngelo (decoradora de set)
    • “O Ataque dos Cães” (Netflix)
    Em 'Amor, Sublime Amor', diretor Steven Spielberg recria clássico do cinema sobre uma história de amor em meio a uma disputa entre gangues — Foto: NIKO TAVERNISE via BBC
    Em ‘Amor, Sublime Amor’, diretor Steven Spielberg recria clássico do cinema sobre uma história de amor em meio a uma disputa entre gangues — Foto: NIKO TAVERNISE via BBC

    Melhor Montagem

    • “Não Olhe Para Cima” (Netflix) — Hank Corwin
    • “Duna” (HBO Max, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store e cinemas) — Joe Walker
    • “Ataque dos Cães” (Netflix) — Peter Sciberras
    • “King Richard: Criando Campeãs” (HBO Max, Now, Apple iTunes, Looke, Google Play, Microsoft Store)
    • “Tick, Tick… Boom!” (Netflix) — Andrew Weisblum e Myron Kerstein

    Melhor Figurino

    • “Cruella” (Disney Plus) — Jenny Beavan
    • “Duna” (HBO Max, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store e cinemas) — Jacqueline West e Robert Morgan
    • “O Beco do Pesadelo” (nos cinemas) — Luis Sequeira
    • “Amor, Sublime Amor” (nos cinemas) — Paul Tazewell
    • “Cyrano” (nos cinemas em 31/03) — Massimo Cantini Parrini e Jacqueline Durran

    Melhor Maquiagem e Penteado

    • “Cruella” (Disney Plus) — Nadia Stacey, Carolyn Cousins
    • “Duna” (HBO Max, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store e cinemas) — Donald Mowat, Love Larson, Eva von Bahr
    • “Os Olhos de Tammy Faye” (sem previsão de estreia) — Linda Dowds, Stephanie Ingram, Justin Raleigh
    • “Casa Gucci” (nos cinemas) — Jana Carboni, Giuliano Mariano, Göran Lundström
    • “O Príncipe Volta a Nova York” (Prime Video)
    'King Richard: Criando Campeãs' conta a história das irmãs tenistas Venus e Serena Williams, treinadas pelo pai, Richard — Foto: Warner Bros via BBC
    ‘King Richard: Criando Campeãs’ conta a história das irmãs tenistas Venus e Serena Williams, treinadas pelo pai, Richard — Foto: Warner Bros via BBC

    Melhor Trilha Sonora

    • “Não Olhe Para Cima” (Netflix) — Nicholas Britell
    • “Duna” (HBO Max, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store e cinemas) — Hans Zimmer
    • “Encanto” (Disney Plus) — Germaine Franco
    • “Ataque dos Cães” (Netflix) — Jonny Greenwood
    • “Mães Paralelas” (nos cinemas) — Alberto Iglesias

    Melhor Canção

    • “Dos Oruguitas” — “Encanto” (Disney Plus)
    • “Somehow You Do” — “Quatro Dias a Teu Lado” (Google Play, Claro Video, Apple iTunes, Looke)
    • “Be Alive” — “King Richard: Criando Campeãs” (HBO Max, Now, Apple iTunes, Looke, Google Play, Microsoft Store)
    • “007: Sem Tempo Para Morrer” — “007: Sem Tempo Para Morrer” (Now, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store)
    • “Down To Joy”— “Belfast” (nos cinemas em 10/03)

    Melhor Som

    • “Duna” (HBO Max, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store e cinemas)
    • “007: Sem Tempo Para Morrer” (Now, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store)
    • “Ataque dos Cães” (Netflix)
    • “Amor, Sublime Amor” (nos cinemas)
    • “Belfast” (nos cinemas em 10/3)

    Melhores Efeitos Visuais

    • “Duna” (HBO Max, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store e cinemas)
    • “Free Guy” (Star Plus)
    • “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (Disney Plus)
    • “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (nos cinemas)
    • “007: Sem Tempo Para Morrer” (Now, Apple iTunes, Google Play, Microsoft Store)

    Melhor Animação Curta-Metragem

    • “Affairs of the Art” (sem previsão de estreia)
    • “A Sabiá Sabiazinha” (Netflix)
    • “The Windshield Wiper” (sem previsão de estreia)
    • “Bestia” (sem previsão de estreia)
    • “Boxballet” (sem previsão de estreia)

    Melhor Curta-Metragem

    • “The Long Goodbye” (sem previsão de estreia)
    • “Ala Kachuu – Take and Run” (sem previsão de estreia)
    • “The Dress” (sem previsão de estreia)
    • “On My Mind” (sem previsão de estreia)
    • “Please Hold” (sem previsão de estreia)

    Melhor Documentário Curta-Metragem

    • “The Queen of Basketball” (sem previsão de estreia)
    • “Three Songs for Benazir” (Netflix)
    • “When We Were Bullies” (sem previsão de estreia)
    • “Audible” (sem previsão de estreia)
    • “Lead Me Home” (sem previsão de estreia)