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  • Em crescimento, carteiras digitais movimentam US$14 trilhões no e-commerce e lojas físicas

    Em crescimento, carteiras digitais movimentam US$14 trilhões no e-commerce e lojas físicas

    As carteiras digitais são a principal escolha de pagamento das pessoas no e-commerce, e no último ano, representaram 50% dos gastos globais (> US$ 3,1 trilhões) e 30% dos gastos globais em pontos de venda (> US$ 10,8 trilhões). Ainda como o método de pagamento que mais cresce no mundo, até 2027 as carteiras digitais deverão representar mais de 25 trilhões de dólares em valor transacionado globalmente (49%) no e-commerce e nos PDVs. As informações são do novo estudo realizado pela Worldpay, LLC ®, líder global em soluções de meios de pagamento, o “The Global Payments Report 2024”.

    O relatório está em sua 9ª edição e traz um mapeamento de 40 mercados que representam 88% do PIB (Produto Interno Bruto) global. Desenvolvido em 5 regiões do mundo, o estudo destaca não apenas o atual cenário dos meios de pagamentos em todo o mundo, mas também aborda projeções para os próximos quatro anos.

    “Com um crescimento exponencial, as carteiras digitais já se tornaram o meio de pagamento preferido na Ásia, Europa e América do Norte. Até 2027, esse método deverá liderar os pagamentos em e-commerce em todas as regiões do mundo”, afirma Juan Pablo D’Antiochia, Vice-presidente Sênior da Worldpay para a América Latina.

    E-commerce: US$ 3,1 trilhões
    Ponto de Venda: US$ 10,8 trilhões
    Total de US$14 trilhões
    Previsão de crescimento para as carteiras digitais entre 2023-2027:

    E-commerce: 15% CAGR (Taxa de crescimento anual composta)
    Ponto de venda: 16% CAGR (Taxa de crescimento anual composta)
    Mas o que são as carteiras digitais?

    As carteiras digitais são aplicativos que armazenam com segurança as credenciais de pagamento, permitindo que os consumidores paguem por bens e serviços no e-commerce e nas lojas físicas de forma simples, rápida e segura. A classificação da Worldpay inclui amplamente carteiras digitais de passagem que facilitam transações com cartão, carteiras de valor armazenado e carteiras de dinheiro móvel, e inclui marcas globais como Alipay, Apple Pay, Google Pay,M-Pesa e PayPal, bem como carteiras digitais locais e regionais. Em 2023, as carteiras digitais representaram 50% dos gastos globais em e-com (> US$ 3,1 trilhões) e 30% dos gastos globais em PDVs (> US$ 10,8 trilhões).

    América Latina – Destaques em meios de pagamento:

    · A Argentina lidera a região em pagamentos de comércio eletrônico com as carteiras digitais – quase o dobro de transações do Brasil; e o dinheiro físico é o método mais usado nos pontos de venda. No último ano, 31% das transações de e-cmmerce foram realizadas por este meio na Argentina. No Brasil, o número é de 16%.

    · O Chile tem um dos menores índices de desbancarizados na América Latina, com o Banco Mundial relatando que 87% dos consumidores chilenos pesquisados (2021) que tinham algum tipo de conta financeira. Esta forte inclusão financeira ajuda a diferenciar o país no uso de cartões de débito – hoje, o principal método de pagamento online (31%) e em PDVs (37%).

    · Já na Colômbia, os pagamentos “A2A” (Conta a Conta) representaram 25% do valor do e-commerce em 2023, e devem crescer 20% CAGR entre 2023-2027.

    · No México, a previsão de crescimento do A2A, de 19% CAGR de 2023-27, veria a participação deste meio de pagamento aumentar de 6% para 8% dos gastos online, dependendo da escolha do consumidor em um mercado historicamente muito estável.

    · O Banco Central do México, Banxico, está tentando pela segunda vez criar um sistema de pagamentos em tempo real bem-sucedido, voltado para o consumidor.

    · Em março/2023, o Banxico lançou o DiMo (Dinero Móvil), um serviço de A2A que funciona no SPEI, o sistema de liquidação bruta em tempo real do México. DiMo tem uma experiência de usuário aprimorada e, embora a participação dos bancos não seja obrigatória, os principais bancos e prestadores de serviços financeiros do país parecem entusiasmados com o novo esquema. Enquanto o CoDi usava QR codes, o DiMo é baseado em números de telefone.

    Global – Destaques

    · As carteiras digitais lideram o e-commerce na Europa em geral, e em cinco mercados (Dinamarca, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido). Representando 30% do valor transacionado no e-commerce em 2023, deverão crescer 17% CAGR até 2027, quando representarão cerca de 40% do valor do e-commerce.

    · A adoção de carteiras digitais está acelerando nos PDVs na Europa.

    · Os cartões de débito são esmagadoramente preferidos pelos europeus no PDV e representam 41% do valor transacionado nos PDVs em toda a Europa em 2023 – mais de 2,7 trilhões de dólares (quase o dobro da participação dos cartões de crédito, 21%).

  • Pix já é meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros em compras e transações online

    Pix já é meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros em compras e transações online

    O Pix já é o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros na hora de fazer compras e realizar transações online. A modalidade de transferências instantâneas é a preferida de 30,8% dos consumidores do país com acesso à internet, ficando à frente tanto dos cartões de crédito (25,4%) e de débito (3,5%) quanto das carteiras digitais (10,2%) e do débito em conta (19,2%).
    Os dados se referem ao ano de 2023 e são do XIII Informe de Tendências de Meios de Pagamento da Minsait Payments, filial de meios de pagamento da Minsait, empresa de transformação digital e Tecnologia da Informação daIndra. O documento, apresentado anualmente pela companhia e produzido em parceria com as consultorias espanholas Analistas Financieros Internacionales (AFI) e The Cocktail Analysis, oferece uma visão global e evolutiva das principais tendências do setor, servindo de referência para diversos agentes da indústria de pagamentos.
    Nesta edição, o relatório contou com a participação de 4,8 mil internautas, contratantes de ao menos um produto bancário e residentes em países da Europa (Espanha, Itália, Portugal e Reino Unido) e América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru e República Dominicana).
    Entre as principais tendências identificadas pelo estudo, destaca-se a digitalização generalizada dos pagamentos na região latinoamericana, com o dinheiro em espécie perdendo cada vez mais espaço, inclusive nas chamadas transações P2P (person-to-person), realizadas diretamente entre pessoas físicas, sem o envolvimento de uma instituição financeira intermediária. No caso brasileiro, o Pix também é o meio de pagamento mais utilizado nesse tipo de transação (44,5%), ficando cerca 17 pontos percentuais à frente da moeda física (27,2%).
    Já no âmbito das compras e transações online realizadas pelos brasileiros, embora o percentual alcançado pelo Pix (30,8%) esteja muito próximo do registrado na edição anterior do estudo (30,5%), chama a atenção a significativa retração do uso do cartão de crédito, apontado como meio de pagamento favorito de 34,5% do entrevistados em 2022, contra 25,4% em 2023.
    Além da preferência pela modalidade de transferências instantâneas, o XIII Informe também aponta para um avanço exponencial da popularidade das carteiras digitais no país, que passaram a representar por 10,2% dos pagamentos feitos pela internet em 2023, contra os 0,3% registrados no ano anterior.
    Por fim, quando se fala em pagamentos presenciais, o grande destaque vai para o crescimento da preferência pelo cartão de crédito, que subiu de 23,2%, em 2022, para 28%, em 2023, tomando, assim, a posição de protagonismo até então assumida pelo Pix, cuja participação nessa categoria de compras e transações caiu de 28,5% para 21,7% na mais recente edição do relatório.

  • Entenda a diferença entre desconto e cashback

    Entenda a diferença entre desconto e cashback

    A busca pelo termo cashback aumentou no Brasil, entretanto, muitas pessoas ainda confundem o benefício com descontos. Dados da equipe Insights, do Google, mostram que as buscas pela palavra ‘cashback’ aumentaram em 38% durante a Black Friday 2021 em comparação ao mesmo período do ano anterior. Já segundo a pesquisa levantada pela CRM&Bônus, startup líder mundial em desenvolvimento de programas de fidelidade e giftback, o consumidor pode gastar até cinco vezes mais caso receba a vantagem. 

    “O brasileiro sempre busca pelas melhores soluções financeiras na hora de comprar um produto ou serviço, mas as opções ainda geram dúvidas e até confundem o consumidor”, conta Sandra Campos, CEO da Beblue, fintech pioneira em cashback no Brasil. Pensando nestas opções, confira as diferenças entre cada uma delas e entenda quais podem oferecer mais vantagens nas suas compras. 

    Desconto

    Sandra explica que o desconto é “uma forma que as empresas encontram de aumentar o número de vendas de um determinado produto ou serviço por meio de incentivo à compra, como por exemplo uma redução financeira”. Pode ser aplicado de diversas maneiras, como a compra de um segundo ou mais itens com valor reduzido; ou a fidelização, que ocorre quando o consumidor é estimulado a adquirir outras vezes no mesmo lugar em troca de benefícios. “Apesar de ser uma prática comum do mercado e muitas vezes vantajosa, ele não consegue entregar liberdade de escolha para o consumidor, que fica preso a compra casada daquele item”, conta a executiva. 

    Cashback

    Por sua vez, cashback, que em tradução literal significa dinheiro de volta, possibilita ao consumidor adquirir algum produto ou pagar por algum serviço, como alimentos, transporte ou abastecimento do carro, e ter uma porcentagem do valor pago de volta. A CEO da Beblue explica que uma das principais vantagens desse modelo é “a oportunidade de acumular a quantia que retorna e escolher como quiser utilizar esse benefício, seja para adquirir algo semelhante ou comprar um item totalmente novo”. 

    O cashback também pode ser visto como uma forma de poupar, já que o recurso pode ser acumulado em carteiras digitais sem precisar estar atrelado a lojas do varejo. “Esse comportamento do consumidor é um reflexo também do momento atual da economia brasileira: com altos índices da inflação, a população passou a escolher opções que sejam mais rentáveis para o próprio bolso”, pontua. 

    Com um foco nas cidades interioranas brasileiras, o Beblue oferece a oportunidade dos consumidores de acumularem cashback a partir das suas compras básicas, sejam elas na mercearia, no mercado ou até mesmo na hora de abastecer o seu veículo. “O sistema de recompensas pode fomentar um ecossistema financeiro abrangente dentro das pequenas e médias cidades, levando o consumidor a comprar mais na sua localidade sem se deslocar para os grandes centros varejistas”, comenta Sandra. Ou seja, o cashback traz vantagens tanto para quem incentiva a sua utilização quanto para quem recebe o benefício.