MDNE tem lucro recorde de R$ 173,9 milhões no 2º trimestre e reforça crescimento com rentabilidade
No período, A receita líquida somou R$ 731,1 e o ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio) atingiu 28,0%.
14 de agosto de 2026
A Moura Dubeux (MDNE3), incorporadora líder do Nordeste, divulgou, nesta quinta-feira (13), os resultados do segundo trimestre de 2026, que apresentam números recordes. O desempenho reforça a consistência do modelo de crescimento com rentabilidade e disciplina financeira da Companhia.
A receita líquida somou R$ 731,1 milhões, crescimento de 10,0% na comparação anual e de 16,5% frente ao primeiro trimestre de 2026. A margem bruta foi de 38,6%, refletindo eficiência operacional e controle de custos. O EBITDA ajustado alcançou R$ 178,8 milhões, alta de 34,7%, com margem de 24,5%.
No período, a empresa registrou lucro líquido de R$ 173,9 milhões, o maior de sua história para um trimestre, com alta de 44,6% na comparação interanual. A margem líquida alcançou 23,8, ante 18,1% em 2025, e o ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio) atingiu 28,0%.
No acumulado do semestre, a Companhia registrou lucro líquido de R$ 329,4 milhões, avanço de 72,8% sobre o mesmo período de 2025.
A estrutura de capital permaneceu conservadora. A dívida líquida ao final do trimestre foi de R$ 56,3 milhões, equivalente a apenas 2,5% do patrimônio líquido, ante 4,0% no trimestre anterior, evidenciando baixo nível de alavancagem e disciplina na gestão financeira.
No período, os lançamentos foram de R$ 1,012 bilhão, as vendas adesões foram de R$ 1,018 bilhão e a comercialização foi sustentada por uma VSO (Vendas Sobre Oferta) de 51,1% nos últimos 12 meses (8º trimestre consecutivo acima de 50,0%) e pelos distratos ainda controlados, equivalentes a 6,7% das vendas brutas no trimestre.
A Companhia encerrou junho com R$ 3,9 bilhões em estoque, sendo apenas 2,7% em unidades concluídas. O landbank atingiu R$ 11,8 bilhões em VGV potencial, com aproximadamente 77,0% das áreas adquiridas por permuta, preservando liquidez e eficiência na alocação de capital.
Ao final do trimestre, a empresa contava com 69 projetos em andamento, equivalentes a 17,6 mil unidades e R$ 14,8 bilhões em VGV bruto.
“Ao longo dos últimos anos, temos reforçado a ideia de que resultado consistente é consequência de método. O segundo trimestre de 2026 reforça essa trajetória, com o maior lucro trimestral da história da Companhia e avanços importantes em rentabilidade e estrutura de capital”, ressalta Diego Villar, CEO da MDNE.
Os dados reforçam a visibilidade operacional para os próximos anos. Os resultados do trimestre evidenciam a capacidade da MDNE de combinar expansão, rentabilidade e baixa alavancagem, sustentando a geração de valor aos acionistas mesmo em um ambiente econômico ainda desafiador.
Fonte: Assessoria
