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Foto: Divulgação

Associação convoca população da PB a participar de abaixo-assinado sobre dermatite atópica

Petição no Change.org pede implementação de protocolo estadual; ação presencial será realizada em João Pessoa no dia 23 de abril

9 de abril de 2026

A Associação Atópicos Brasil vem reforçando, em João Pessoa, um alerta importante à população: o abaixo-assinado que solicita a ampliação do acesso ao tratamento para dermatite atópica grave em adultos na Paraíba está com acessos abaixo do esperado. A entidade convoca a sociedade a participar, de forma mais incisiva, da iniciativa. No dia 23/04, haverá uma ação presencial, na capital paraibana, com objetivo de ampliar o número de assinaturas. O link do abaixo-assinado é: www.change.org/paraibamobilizada.

A petição, que tem participação gratuita, foi lançada no dia 20/03 e reúne cerca de 2 mil assinaturas. Mas, a meta é alcançar 100 mil. O documento solicita a análise e implementação de um Protocolo Estadual Complementar de Dermatite Atópica Grave, elaborado em 2025, mas que ainda não foi avaliado pela Secretaria de Estado da Saúde.

Como parte da estratégia para ampliar o engajamento, a Associação Atópicos Brasil realizará o Mobiliza DA Paraíba no dia 23/04. A atividade será voltada à conscientização sobre a doença e à coleta de novas assinaturas, reforçando o chamado à participação popular. A mobilização dá continuidade a outras ações já realizadas sobre o tema, como a Marcha Atópica, em novembro de 2025, e uma audiência pública na Assembleia Legislativa da Paraíba, também em 2025, que discutiu o acesso ao tratamento.

A dermatite atópica é um distúrbio dermatológico que atinge cerca de 7% dos adultos no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia. Nos casos graves, a doença é caracterizada por coceira intensa, lesões na pele, ressecamento extremo e outras complicações que podem impactar a rotina dos pacientes.

De acordo com a dermatologista Renata Rodrigues, integrante do movimento, a ausência de políticas específicas para adultos é um dos principais pontos levantados pela iniciativa. “O protocolo estadual complementar está pronto desde 2025. A implementação do tratamento é uma medida necessária para garantir o atendimento adequado aos pacientes”, afirmou.

Fonte: Assessoria