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três mulheres altas
Foto: Divulgação

Helena Ranaldi, Fernanda Nobre e Ana Rosa apresentam “Três Mulheres Altas” no Teatro Paulo Pontes

Montagem vencedora do Prêmio Pulitzer será apresentada nos dias 03, 04 e 05 de abril

10 de março de 2026

Após passar por 19 cidades e reunir mais de 90 mil espectadores, o espetáculo “Três Mulheres Altas” chega ao Teatro Paulo Pontes para três apresentações: nos dias 03 e 04 de abril, às 20h, e no dia 05, às 17h. A montagem é estrelada por Helena Ranaldi, Fernanda Nobre e Ana Rosa. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla, com valores a partir de R$ 25,00 (meia-entrada).

Dirigida por Fernando Philbert, o espetáculo que traz no elenco Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre, tem tradução de Gustavo Pinheiro e produção da Arte Estúdio Entretenimento de Bruna Dornellas e Wesley Telles. O espetáculo é apresentado pela Bradesco Seguros, através da Lei Rouanet.

Escrita pelo dramaturgo norte-americano Edward Albee no início da década de 1990, a peça tornou-se um dos textos mais reconhecidos da dramaturgia contemporânea. A trama acompanha o encontro de três mulheres em diferentes fases da vida: juventude, maturidade e velhice. Em cena, as personagens são identificadas apenas como A, B e C.

A personagem A, interpretada por Ana Rosa, é uma mulher com mais de 90 anos que enfrenta problemas de saúde enquanto revisita memórias do passado. B, vivida por Helena Ranaldi, assume o papel de cuidadora e acompanha os relatos da idosa. Já C, interpretada por Fernanda Nobre, é a advogada responsável por administrar os bens e as questões financeiras da personagem mais velha.

Ao longo do espetáculo, os diálogos entre as três revelam conflitos, lembranças e diferentes perspectivas sobre a vida. A passagem do tempo e as formas de lidar com o envelhecimento atravessam toda a narrativa.

De acordo com o diretor Fernando Philbert, o texto propõe reflexões profundas sobre as etapas da existência. “O texto do Albee nos faz refletir sobre qual é a melhor fase da vida, sobre o olhar da juventude para a velhice e também sobre o que fazemos com o tempo que nos resta. Apesar dos temas, a peça é uma comédia em que rimos de nós mesmos”, afirma.

Fonte: Assessoria