Mercado Livre anuncia R$ 100 milhões em cupons e amplia ofertas para a Black Friday 2026
Plataforma prevê 37 milhões de produtos em promoção e triplica ofertas com descontos acima de 70%. Pesquisa do Mercado Pago aponta que 81% dos entrevistados pretendem comprar em datas promocionais
29 de outubro de 2026
Para o 11.11 e a Black Friday 2026, o Mercado Livre prepara a maior operação promocional de sua história. Serão mais de R$100 milhões em cupons, com 37 milhões de anúncios de produtos em promoção e o triplo de ofertas com descontos acima de 70% OFF, na comparação com o ano anterior.
Como garantia de transparência e curadoria para quem busca ofertas reais, a plataforma mantém os critérios do Selo Black Friday: a chancela é concedida exclusivamente aos itens que estão em oferta e apresentam seu menor preço dos últimos 60 dias. Neste ano, as ofertas com o selo têm, em média, descontos 30% maiores que as ofertas sem a marcação.
“Chegamos a esta temporada com uma estratégia que combina escala, oferta e confiança. Hoje, a Black Friday é parte de um calendário de consumo que começa antes da data e segue depois dela, e é nessa lógica que organizamos a operação do Mercado Livre para o ano, para melhor atender quem compra e quem vende com a gente”, afirmou André Castilho, diretor sênior de marketplace do Mercado Livre.
A sinergia do ecossistema com a instituição financeira do grupo, Mercado Pago, amplia a atratividade do evento ao destravar prazos inéditos e liquidez para o bolso do consumidor. Desde o dia 19 de outubro, os clientes contam com parcelamento em até 21 vezes sem juros no cartão de crédito Mercado Pago para diversos produtos – condição que será estendida para até 24 vezes sem juros a partir do 11/11, além de 60% de desconto com o Mercado Parcelado.
“A integração entre Mercado Livre e Mercado Pago permite pensar a experiência de compra e a de serviços financeiros completos como uma única jornada. Nosso objetivo é apoiar o consumidor a comprar de forma mais planejada, ampliar opções de pagamento e garantir que o Mercado Pago é a melhor instituição financeira e melhor forma de comprar no Mercado Livre nas datas de maior demanda do ano”, afirmou Felipe Castaño, diretor sênior de growth e marketing de Mercado Pago.
Panorama de consumo: Consumidor se planeja cedo e já incorpora data dupla para a temporada de compras de fim de ano
Nesta quarta-feira, o Mercado Pago divulga os resultados do Panorama de Consumo, estudo anual que ouviu 3.345 usuários do Mercado Livre e do Mercado Pago em todo o país.
Oito em cada dez brasileiros (81%) pretendem comprar em pelo menos uma das datas promocionais nesta temporada. Para isso, muitos já se organizam: 56% vão usar a primeira parcela do 13º salário nas compras, e 73% pretendem adiantar os presentes de Natal durante a Black Friday.
“Essa antecipação é um comportamento que vemos ao longo de todo o ano. Hoje, 71% dos consumidores planejam comprar no 11.11 e na Black Friday, contra 23% em 2025, um aumento de 48 pontos percentuais. Isso mostra o quanto as datas duplas já fazem parte do calendário dos usuários, o que muda o desenho da operação: a demanda deixa de se concentrar em um único pico e se distribui ao longo dos meses, necessitando de mais planejamento e capacidade operacional do Mercado Livre. Por outro lado, esse comportamento revela um consumidor mais organizado e atento”, afirma Castilho.
A inteligência artificial também entra na jornada de compra. Mais da metade (54%) dos respondentes pretendem usar algum apoio de IA para escolher produtos, contra 48% em 2025. O uso é pragmático: 30,5% querem um assistente para buscar e comparar preços ou modelos, e 10% querem alertas de queda de preço, estoque ou cupom. A decisão final continua com o consumidor, e só 6,5% delegariam a compra ao agente, com ou sem confirmação.
O planejamento financeiro acompanha esse movimento. 86% dos respondentes terão recursos para gastar na Black Friday, já separados ou disponíveis, e 44% já reservaram dinheiro para as datas. O gasto esperado se mantém estável, com 49% pretendendo gastar o mesmo ou mais do que no ano passado.
No pagamento, o cartão de crédito segue como principal forma, citado por 46% dos respondentes, e o Pix (com Pix Parcelado) chega a 42%, com crescimento de 13 pontos percentuais em relação ao ano passado. Ao mesmo tempo, o cartão de débito cai de 9% para 4,1% e o boleto, de 2% para 1,5%, o que mostra um consumidor cada vez mais adaptado ao Pix.
Metade dos entrevistados (50%) pretende parcelar, e 64% dos que parcelam escolhem até seis vezes, enquanto 33% preferem prazos acima disso.
“O cartão continua sendo o meio de quem planeja compras de maior valor. Quanto maior o ticket, maior a busca por parcelamento longo. Entre quem pretende gastar acima de R$ 5.000, 55% querem 12 vezes ou o máximo possível sem juros. Ao mesmo tempo, o Pix avança como escolha à vista, e nosso papel é oferecer todas as opções de pagamento com a mesma qualidade e segurança”, complementa Castaño.
Entre a Geração Z, 50% guardaram dinheiro para as datas, contra 41% das demais faixas etárias. O planejamento aparece também na forma de pagamento: 44% usam o Pix como principal meio, ante 34% das demais idades, e 18% usaram o Cofrinho do Mercado Pago, que rende até 140% do CDI, para guardar dinheiro, contra 11% dos outros grupos.
O frete grátis é o fator que mais pesa na decisão de compra, citado por 44% dos respondentes, à frente do desconto no preço, com 40%. O peso é maior entre as mulheres, das quais 50% apontam o frete como fator decisivo. Entre os homens, o desconto pesa um pouco mais, com 42%, contra 39% do frete.
O cupom também tem papel central na compra. Para 94% dos respondentes, ele é relevante, decisivo ou muito importante, e 66,2% de quem usa cupons os encontra pelas notificações do aplicativo do Mercado Livre, à frente de qualquer outro canal.
Nas categorias mais procuradas, eletrodomésticos seguem como a mais desejada, com 43,1% das intenções. A ordem muda quando olhamos por gênero: entre as mulheres, casa, móveis e decoração e moda lideram, enquanto entre os homens, eletrônicos aparecem em primeiro lugar.
Beleza também ganha espaço, saindo de 19% em 2025 para 23,5% este ano. Isso mostra que a Black Friday deixou de ser associada só a tecnologia e passou a incluir compras para o lar e para o cuidado pessoal.
Fonte: Assessoria
