Luxo silencioso: Eco traz ao Altiplano projeto focado em bem-estar e integração urbana
Residencial assinado por Leila Azzouz aposta em arquitetura fluida, wellness center e nova lógica de viver com mais tempo e qualidade
25 de março de 2026
O luxo mudou de eixo. Sai de cena o excesso e entra a experiência de viver bem. É com esse ponto de partida que a Eco Construtora prepara sua chegada ao Altiplano, em João Pessoa, com um empreendimento que propõe uma leitura atualizada do que é viver bem. O projeto combina moradia, saúde e rotina em um mesmo desenho. O foco está na valorização do tempo, do conforto e das relações próximas da mesma vizinhança.
A proposta dialoga diretamente com o estilo de vida do bairro, onde a lógica da “cidade de 10 minutos” se apresenta aos moradores para facilitar o seu cotidiano. Isso se traduz em deslocamentos curtos, caminhadas possíveis e uma rotina menos dependente do carro. O entorno favorece esse ritmo. O projeto amplia essa condição.
Com 39 pavimentos, o edifício será estruturado em tipologias variadas, com andares que alternam entre três, duas e uma unidade por pavimento. A diversidade permite que diferentes perfis convivam no mesmo endereço, mantendo níveis distintos de privacidade. A ideia é criar um ambiente que favoreça a proximidade entre gerações de uma mesma família, sem comprometer a individualidade.
A arquitetura leva a assinatura da paraibana Leila Azzouz, que imprime ao projeto uma leitura menos rígida do padrão vertical predominante na região. A fachada aposta em transparência, com uso intensivo de vidro, além de chanfros, brises e assimetrias que geram sensação de movimento. A volumetria, escalonada, busca leveza e diálogo com o vento e a luz.
“O edifício nasce com uma proposta mais orgânica, com formas que trazem leveza e movimento. A gente quis construir algo que fosse dinâmico, mas sutil, que conversasse com o entorno e com a vizinhança. Existe uma preocupação real em como esse projeto se posiciona na cidade e na rua”, afirma a arquiteta.
No térreo, o desenho rompe com a lógica compartimentada comum em empreendimentos residenciais. Os espaços se conectam. A área de wellness ocupa posição central, com academia de aproximadamente 180 metros quadrados integrada visualmente a uma piscina com raia semiolímpica de 25 metros. Sauna, espaço de massagem e ambientes dedicados ao cuidado pessoal completam o conjunto.
“A proposta não é criar áreas isoladas, mas um fluxo contínuo de uso. A academia se abre para o exterior. A piscina dialoga com a iluminação natural. O térreo funciona como um ponto de encontro entre corpo, rotina e arquitetura”, complementa Azzouz.
Outro aspecto observado no projeto é a relação com a cidade. Em vez de muros opacos, o paisagismo propõe uma transição mais leve entre o espaço privado e o urbano, com elementos vazados, jardins voltados para o passeio e pequenas áreas de permanência no entorno. A intenção é suavizar limites e ampliar a sensação de pertencimento ao bairro.
A busca por um novo ritmo de vida foi o que orientou as escolhas do residencial. “Quando pensamos nesse projeto, partimos da ideia de que viver bem hoje está muito mais ligado ao tempo e à saúde do que ao excesso. É um empreendimento que valoriza o cotidiano, as relações e o equilíbrio”, afirma o sócio da Eco Construtora, Leonardo Bronzeado.
“A localização reforça isso. Estamos em uma região onde as pessoas já compartilham hábitos, referências e estilo de vida. O projeto nasce para potencializar essas conexões, criando um ambiente onde tudo está próximo, inclusive as pessoas de seu networking”, completa o também sócio da empresa, Carlos Feitosa.
A leitura de luxo, aqui, passa por outros códigos. Silêncio, conforto, liberdade de uso dos espaços e uma estética que evita excessos visuais. O edifício se integra ao bairro não apenas pela localização, mas pela forma como se abre para ele e incorpora sua dinâmica. “Cada detalhe foi pensado para que o morar acompanhe o ritmo de quem vive. Um projeto não pode ser apenas limitado à sua forma. Ele precisa traduzir a vida de quem vai ocupar esse espaço”, conclui Leila Azzouz.
Fonte: Assessoria