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carnaval
Foto: Divulgação

Análise indica que 18% das publicações de pré-carnaval são dedicadas a looks

O #Carnaval2026 já movimenta as redes, com influenciadores e usuários debatendo tendências de looks. Pesquisa da Air revela que as peças em alta incluem: mini shorts (jeans ou paetês), acessórios de cabeça (headpieces) e tops de miçangas em crochê artesanal

13 de fevereiro de 2026

O Carnaval não é apenas uma grande celebração de alegria, é um propulsor econômico e cultural, representando liberdade, expressão e pertencimento. Nesse contexto, a festividade concentra atenção e presença social, movimentando o cenário das redes sociais, transformando Instagram e TikTok em palcos virtuais para compartilhar fantasias, memes, tendências de moda, tudo isso com cobertura em tempo real.

Um levantamento feito pela Air, agência pioneira em marketing de influência, com soluções que unem curadoria, criatividade e inteligência de dados que apoiam na mensuração do melhor resultado de ROI do mercado, indica que 18% das postagens de pré-carnaval nas redes sociais são de looks. Em alta, as opções incluem: mini shorts (em jeans ou paetês), acessórios para a cabeça (headpieces – tendência que Gilberto Gil já usava nos anos 70) e tops de miçangas coloridas em crochê feito à mão.Outras hashtags também são muito utilizadas pelos usuários das plataformas digitais como folia (24%), bloco (18%), alegria (11%) e gente (11%).

No quesito make, a cantora Zara Larsson é mencionada como inspiração de maquiagem, trazendo bastante cor, brilho e delineador em alta para esse carnaval 2026. “O poder dos looks de Carnaval, principalmente nas redes sociais, vai muito além da estética, funcionando como um instrumento de expressão, empoderamento e liberdade. A moda carnavalesca possibilita que as pessoas assumam diferentes personas, quebrem barreiras sociais e celebrem sua individualidade”, explica Alexsandra Silva, Cientista de Dados da Air. A especialista comenta também que algumas fantasias terão destaque nas celebrações, “assim como no ano passado, que tivemos o uso das máscaras com o rosto de Fernanda Torres, o rosto de Wagner Moura e os personagens do filme O Agente Secreto estarão por ruas e avenidas brasileiras em dezenas de blocos até o final do Carnaval”, ressalta.

As pessoas querem se divertir em todas as regiões

Em todo o Brasil, os blocos de rua promovem encontros presenciais, levando os foliões às ruas. De acordo com o levantamento da empresa, São Paulo e Rio de Janeiro se mantém na liderança das conversas, com 37% e 27%, respectivamente. “Temos uma grande concentração dos blocos e agito no eixo Rio/São Paulo, porém Recife vem crescendo na lembrança das pessoas (3%) e poderá ter um dos maiores carnavais de sua história em 2026. As projeções indicam que mais de 310 mil pessoas passarão os dias de folia por lá”, comenta Alexsandra.

Carnaval como motor de consumo

Na folia, o consumidor está em movimento e a decisão acontece no próprio momento da experiência. Nesse cenário, a comunicação precisa ser contextual, acompanhando o ritmo das pessoas. “Mais do que aparecer, as marcas precisam participar de forma relevante e natural da conversa. O consumo nessa época é mais emotivo e espontâneo. E para as empresas uma forma de fazer parte da festa é por meio dos influenciadores que estarão nesses eventos em todo Brasil. O olhar de quem participa realmente nas ruas é essencial para que as marcas possam se comunicar de uma maneira coerente com o público que estará festejando”, relata.

Como ativar o Carnaval nas redes sociais

Diante desse ritmo acelerado do consumidor, os influenciadores precisam estar atentos e acompanhar essa agitação. O creator é como um verdadeiro guia, mostra os caminhos, indica o que está acontecendo de mais divertido e ajuda o público a fazer escolhas. A influência vira serviço fazendo com que a marca entre na conversa e não interrompa o público. E para que o conteúdo e as entregas se tornem realmente impactante, é essencial um processo de curadoria, avaliando creators com base em dados, estratégia, criatividade e performance, mas também identificando talentos em ascensão antes do mercado.

Fonte: Assessoria