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Foto: Envato

Mercado de agfintech, startups voltadas para o campo, cresce em ritmo acelerado

A startup Agree chegou há quase dois anos e espera dobrar o valor de crédito liberado e aplicado no mercado em 2024

3 de julho de 2024

Facilidade, eficiência, segurança e transparência na captação de recursos. É com esses atributos que as agfintechs estão transformando o agronegócio brasileiro.

De todos os mercados do agronegócio relacionados à tecnologia, o de startups voltadas para o campo é um dos que cresce em forte ritmo. De acordo com o levantamento Radar Agtech 2023, produzido pela Embrapa, SP Ventures e Homo Ludens, em um ano houve um avanço de 15% no setor. Hoje existem cerca de 1.953 empresas em operação, 250 a mais do que em 2023.

As agfintechs combinam tecnologia avançada com conhecimento profundo do agro para financiar os agricultores e pecuaristas. Uma delas é a startup Agree. Captando recursos em bancos e fundos de investimento para custeio, investimento de irrigação, armazenagem, alongamento de dívidas ou até para a aquisição de uma fazenda, a empresa somou R$ 500 milhões em crédito aprovado, aplicados no mercado, e R$ 1 bilhão em limite de crédito aprovado no último ano.

Criada pelas ex-bancárias Rayssa de Melo e Thays Moura, em meados de 2022, a Agree tem como meta dobrar o valor de crédito liberado e aplicado no mercado por produtores até o fim deste ano. “Chegamos para encurtar o caminho da tomada de crédito rural, ao unir essas duas pontas: produtor e instituição financeira. Usamos a nossa experiência e conhecimento em todas as movimentações que impactam a cadeia para oferecer crédito aos nossos clientes de forma precisa e no momento oportuno”, afirma Thays Moura.

O impacto das novas empresas de tecnologia voltadas para o campo, como a Agree, vai além do simples fornecimento de crédito. Elas estão promovendo a inclusão financeira, aumentando a competitividade e facilitando o crédito no setor. “Utilizamos dados e análises avançadas para oferecer produtos financeiros personalizados e adaptados às necessidades de cada produtor ou empresa”, conclui a especialista.

Fonte: Assessoria